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terça-feira, 11 de outubro de 2016

REFLEXÃO SOBRE A MORTE OU TRANSIÇÃO


Introdução

Desde que o homem existe, a morte sempre representou para ele um mistério, um enigma. Algumas civilizações antigas compreenderam o caráter sagrado e místico da morte, pois ela é a ponte entre os mundos visível e invisível. É nossa concepção diante da morte que dá todo seu sentido à vida.
“Pois por mais paradoxal que isto possa parecer, é de fato a morte que outorga à vida na Terra toda sua profunda significação, seu peso especifico, bem como seu valor espiritual e moral. A desordem e o caos da vida moderna, com sua cacofonia e sua deformidade, provêm da incompreensão do fenômeno da morte” (Livro dos Mortos dos Antigos Egípcios)
O que se oculta atrás da compreensão da morte são todos os valores morais da existência. Assim, com o aparecimento do pensamento materialista que, dizem, situa-se pela época da renascença, os valores espirituais caíram na sombra do esquecimento, na ilusão da morte, na crendice, e desde então nasceu a superstição. Os prazeres efêmeros, sendo mais concretos, predominam. Não é de admirar que a criminalidade, o suicídio, as drogas e todos os problemas desse gênero estejam em alta.
Se a reflexão sobre o caráter positivo e sagrado da morte penetrasse de novo na consciência do homem, sem dúvida ele seria outro. Ao “redespertar”, a humanidade enfim tomaria corajosamente medidas … contra seu tão longo desvario”(Livro dos Mortos dos Antigos Egípcios).
É disso que nosso mundo precisa, de ser instruído no verdadeiro Conhecimento: “O grande problema da humanidade é a ignorância em todos os níveis” (Dalai Lama)
Quando compreendemos a lei do carma ou lei de causa e efeito, nossas ações não são mais as mesmas. Quando reconhecemos a inspiração e a intuição, assim como todas as possibilidades da projeção do pensa­mento, os limites do invisível desaparecem. Quando, por sua vez, apoiada pelo conhecimento e pela experiência, toda a questão da imortalidade se torna uma certeza, não há mais lugar para o medo do desconhecido, da solidão e do sofrimento, o mesmo acontecendo com a superstição. Nessa hora, a palavra transição ganha seu verdadeiro significado e, do mesmo modo que dia e noite, vida e morte tornam-se complementos inseparáveis, eternos amantes entrelaçados.

A transição: uma iniciação

A morte e o nascimento são as duas etapas “chaves” da nossa passagem nesta Terra. Uma marca seu início, a outra seu fim, a menos que ambas constituam simplesmente uma transição da consciência de um plano de existência para outro.
Como rosacruzes, estamos particularmente interessados no processo da morte ou transição. O que lhe confere toda sua importância e significação é o impacto que esse evento causa em nossa consciência. É por isto que o classificamos como iniciático.
Nosso mundo perdeu todo o sentido iniciático da morte e, por isto mesmo, da vida. Se soubermos reconhecer que cada evento importante ou marcante da nossa existência é uma iniciação, então a vida e a morte tomarão seu verdadeiro significado.
Com a compreensão das leis espirituais podemos compreender melhor as leis materiais, estando estas últimas tão submetidas às leis espirituais que, então, o domínio dos dois planos se torna possível; pois tudo o que está embaixo é como o que está em cima, e vice-versa.

Preparação para a morte

Preparar-se para a transição, compreendendo-a melhor, não faz com que ela se adiante. O problema é que este assunto é ainda tabu para muita gente, pois ele toca os fundamentos e os valores mais profundos do ser humano. Aquilo que temos como tabu é muitas vezes algo que temos medo de enfrentar, elementos que não queremos reconhecer em nós. Preferimos cercar de mistério o que não podemos explicar e que, pela ignorância, gera em nós medo e superstição. É bem verdade que desejaríamos conhecer todos os mistérios do Além; mas somente a experiência interior pode nos revelá-los.
  1. A morte, uma viagem

Por analogia, é possível comparar a preparação para a transição com a de uma viagem. Antes de partir, é preciso ter um mapa, procurar conhecer melhor os lugares e saber como se vive lá. Do mesmo modo devemos nos preparar para o grande momento da transição. Por que esperar para pensar sobre ela? Esta perspectiva certamente ajudará a viver a transição de modo menos angustiante, mais sereno e mais consciente. Isto pode parecer paradoxal, mas quanto mais nos familiarizamos com a morte mais apreciamos a vida pelo que ela realmente é, e mais sentimos a Vida em nós. Sem esta visão, vida e morte são opostos que não têm nenhuma significação real.
  1. As diferentes mortes

Ao longo da nossa vida, vivemos várias mortes ou transições. Cada uma dessas transições requer desapego, aceitação e adaptação a um novo modo de vida, a uma nova compreensão. Existe a morte de um ente querido, a separação de um cônjuge, um amigo, a perda de um membro físico, de um emprego, uma mudança de residência, uma ruína social ou econômica, a transição das diferentes idades da vida, a morte do ego e finalmente a morte do corpo físico.
Cada uma dessas perdas comporta um sofrimento. Mas como aceitar esses sofrimentos? Não é um paradoxo procurar achar uma solução para uma situação sem saída e inaceitável? Assim sendo, a perda nos coloca diante de duas escolhas, aceitar ou negar:
– Aceitar = adaptação = visão do futuro = vida;
– Negar = estagnação = retorno ao passado = morte.
É a capacidade de adaptação e de aceitação que determina a duração do sofrimento. Aceitar perder para encontrar mais. Na realidade, as etapas superadas pela pessoa que passa pela transição são as mesmas pelas quais passam as pessoas que lhe são próximas e que sobrevivem, com a diferença de que uma muda de plano enquanto as outras continuam aqui. Tanto para uma como para as outras há transição, iniciação, elevação de consciência. Só o tempo e o espaço as separam:
– Tempo = duração de sobrevida das pessoas enluta­das;
– Espaço = fronteira delimitada pelas vibrações mate­riais e espirituais entre os mundos visível e invisível.
Uma visão mais espiritual reduz os limites entre os mundos dos vivos e o dos mortos. As pessoas que passaram pela transição não são desaparecidas, mas invisíveis. Para muitas pessoas que perderam um ente querido, parece que o contato com este último, seja por meio de um sonho ou de uma projeção psíquica, tem como efeito agir como uma terapia. Frequentemente esse contato privilegiado dá a certeza de que a pessoa que passou pela transição existe para sempre, o que gera fé em um mundo superior ou, ao menos, um outro além deste. Além disso, esse contato é habitualmente portador de uma mensagem que reconforta ou que permite desanuviar sentimentos de culpa, angústia ou medos. Muitas vezes, ele deixa uma forte impressão de amor e compaixão, como também um sentimento de paz profunda; o que permite à pessoa contatada conceber sua vida de modo mais sereno e mais confiante.
  1. A morte do ego

A morte do ego ou, se preferirem, do “velho homem”, com seus falsos desejos de posse, poder e prestígio, constitui um elemento central da senda iniciática e particularmente da experiência da transição. Do ponto de vista da psicologia moderna, o ego é o instrumento, o agente de todo crescimento (ainda que não seja a fonte). Paradoxalmente, ele é também o freio desse mesmo crescimento, devido aos pontos fracos de seu desenvolvimento.
Por outro lado, segundo os budistas tibetanos, o ego é um conceito ilusório que não tem substância real. Segundo essa filosofia, o ego seria a fonte de todos os nossos problemas, pois ele é sinônimo de apego. De acordo com os tibetanos, é desenvolvendo a com­paixão que podemos conseguir anular o ego. A com­paixão não é afeto mas amor desinteressado, pois ele destrói o apego.
Segundo a visão rosacruz, podemos considerar que o fato de irradiarmos bons pensamentos de modo desinteressado e impessoal, representa uma forma de compaixão.
O corpo sofre quando morre, pois não vai conhecer aquela outra dimensão do eu verdadeiro. Ele não sabe para onde irá e não quer largar a presa. Seu mundo é este da matéria. Vivemos em um corpo por quanto tempo tenhamos necessidade. Necessidade de nos projetarmos nele a fim de compreendermos e por fim reconhecermos nossa verdadeira natureza espiritual. É então que adquirimos a convicção de que não podemos perder o que quer que seja ao deixarmos nosso corpo físico.
Ao longo de nossa vida, estivemos repetidas vezes diante da morte do “ego”. Mas nós lhe dissemos não: “Tenho medo de perder alguma coisa. Estou apegado aos meus pensamentos, aos meus bens, a pessoas que me são queridas”. Tanto é assim que esquecemos esses momentos de apelo da consciência. Acreditando ter dito não à morte, dissemos não à vida. Mas como nos­sos mecanismos de defesa estão sempre alertas, vamos em frente até que um belo dia compreendemos quem é o verdadeiro Eu em nós, quem é o Mestre interior. Ele não é outro senão o Sábio que somos e que, em sua grande sabedoria, espera até que o reconheçamos e o escutemos.
“Todos procuramos nos enfeitar com um título, seja de “Senhor”, de “Presidente”, de “filho de”, de “rico”, ou qualquer outro. Querer esses títulos prova nosso apego ao corpo, pois eles só podem se aplicar ao corpo. Ora, o primeiro passo para a realização espiritual consiste em perceber que somos distintos de nosso corpo. O único meio de nos subtrairmos de suas influências é praticar o desapego, abraçar o serviço de devoção ao Senhor” (Dominique Viseux)

A solidão em face da morte

Não é nossa alma que teme a transição, mas o eu racional em nós. Temos medo do sofrimento que os últimos momentos possam nos causar, temos medo de nos tornarmos uma sobrecarga para os outros, de perdermos nossa autonomia, de nos tornarmos dependentes. E, acima de tudo, temos medo da solidão. Pois nesse grande momento estaremos sós.
Por que associar a morte com medo, angústia, incerteza e, quem sabe, até mesmo tê-la como uma inimiga a ser combatida, quando ela é nossa maior aliada? A noite não é salutar pelo repouso e pela regeneração que nos propicia?
A dimensão da solidão é uma fase importante na aceitação da morte e da vida. A solidão e o silêncio são igualmente vividos no estado imediato da morte, estado chamado pelos tibetanos de “Bardo” ou “entremeio”. Esse estado permite ao Ser confrontar-se consigo, reconhecer seu Eu e diferenciá-lo do corpo de que acabou de se separar. Depois, tomar consciência de sua verdadeira identidade, para em seguida perguntar-se para onde vai, o que vai fazer e, assim, sair desse estado de entremeio. Se quando vivo ele já havia reconhecido essa dimensão do Eu, não mais vive a solidão e o medo do mesmo jeito. A passagem para os outros planos de consciência é, sem dúvida, mais rápida e mais feliz, pois muito mais consciente.

A meditação como modelo da transição

A morte é em muitos pontos semelhante ao processo de meditação. Na verdade, a morte é a mais bela e a mais sublime meditação que o ser pode alcançar. Por quê? Porque ela nos liberta de uma fase de evolução limitada no tempo e nos transporta à nossa dimensão espiritual contínua e eterna. Também é definitiva, pelo menos até a próxima encarnação.
As 3 etapas da meditação correspondem a 3 níveis:
Vida (vontade) , Concentração
Amor (coesão) , Contemplação
Luz (unidade) , Meditação
No momento de começar uma meditação, nosso corpo relaxa, repousa e perde consciência do meio circundante. Quando morremos, o coração pára de bater, o corpo perde seus atributos vitais e a consciência o deixa.
Depois, desfilam diante de nós todos os pensamentos e ações que se passaram nas horas e dias prece­dentes, os mais belos e os menos belos, os alegres e os tristes, etc. No momento da transição, é nossa vida inteira que desfila assim.
Nesse ponto da meditação, podemos cair no intelecto e continuar a racionalizar nossos pensamentos e mesmo nos prendermos no jogo das emoções que eles suscitam em nós. Esse estado após a morte corresponde ao Bardo. Pode-se estagnar ou afundar no Bardo por não se reconhecer a luz divina e, assim, não se fundir com ela. Do mesmo modo, alcançamos com dificuldade o verdadeiro estado de meditação. Ao menos, demoramos mais para atingir a calma de espírito que é propícia à meditação.
Entretanto, esse processo talvez seja necessário, a fim de clarear os pensamentos e as emoções que brotam em nós. Na seqüência, a calma se instala e superamos as etapas para a verdadeira meditação.
O ponto mais importante na meditação é o “soltar a presa”. Isso significa abandonar todo apego, desejo, conformismo, para chegar a um estado de vazio. Vazios da dimensão material, é a dimensão espiritual que nos preenche. Esse é também o ponto mais importante no processo da transição. Na meditação, “soltar a presa” significa perda do eu objetivo, das ilusões e das expectativas. Ficar receptivo, disponível para se harmonizar, fundir-se, ser. Na transição, “soltar a presa” significa separação do ser físico, perda do ego ou personalidade exterior. Desapegar-se de todo apego, pessoas, coisas, desejos; ficar disponível, abandonar-se sem outra expectativa que a de unir-se a Deus, fundir-se com a Consciência universal.
“Soltar a presa” é sempre a etapa mais importante. É nesse momento que se opera a transição para aquele outro plano de consciência. A técnica deve ser apenas um apoio que permite descobrir sua própria técnica de meditação.
Não tenham medo algum de que a meditação sobre a morte provoque uma transição prematura. Ao contrário, ela os inspirará a viverem melhor. A Vida independe dos estados de vida e morte.
Se estamos movidos pelos mais altos ideais, rapidamente as emoções mais materiais e intelectuais dão lugar aos estados de alma mais elevados. Em nós eleva-se a prece da alma, aquela em que afirmamos querer nos fundir com nossa natureza divina. Movidos pela vontade de atingir esse estado, somos guiados aos planos superiores. É então que alcançamos o verdadeiro estado de meditação. A harmonização e a união com a Consciência Cósmica de onde vêm paz, alegria e inspiração ou iluminação.
Para aquele que passou pela transição chega o momento de se fundir com o grande Todo. Totalmente liberado dos aspectos materiais, ele atinge o plano de consciência correspondente ao seu nível. À luz de sua natureza divina e com o auxílio dos Senhores do Carma, ele compreende suas ações passadas, que determinarão suas ações futuras. Depois, ele reencarnará e, regenerado pela união cósmica, continuará sua evolução em um corpo físico.
Na meditação, tendo recebido o influxo cósmico, retornamos às nossas ocupações cotidianas, regenera­dos por este contato.
Assim portanto, se dia após dia pusermos em prática todos os nossos ensinamentos e meditarmos, no mo­mento de nossa transição teremos mais facilidade em nos desapegarmos das nossas posses materiais, dos nossos entes queridos, da nossa mente. E uma vez que nossa vida seja vivida em função do nosso ideal, nosso coração e nossa alma só poderão ficar cheios de alegria quando chegar a hora da grande iniciação.
Em toda nossa sabedoria, talvez saibamos que nem tudo foi tão perfeito quanto desejamos ou talvez não tenhamos tido tempo suficiente para levar a cabo alguns projetos. Mas conhecendo a lei do Carma, sabemos que poderemos terminá-los em uma outra encarnação, à luz da experiência e da compreensão adquiridas.
Por Lise L. Harvey  SRC – Seção “Psicologia” da URCI20
“Só uma coisa interessa para onde quer que se vá e seja como for que se vá: nós ouvimos a música da Vida.” – Theodor Fontaine

O TEXTO VEIO DAQUI:
http://orientadorespiritual.com/reflexao-sobre-morte-ou-transicao/
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Não sei se eu já citei aqui, que por um tempo segui de perto os estudos da ordem ROSACRUZ, com a qual me afiliei e me identifiquei em alguns aspectos, o aspecto de alguns conhecimentos e algumas revelações a respeito de antigos rituais, com o qual eu havia sonhado ANTES de me afiliar e desconhecia a existência. 
Deixei de participar quando as revistinhas de propagandas mil, convidando para comprar selos, etc etc etc.... começou a parecer ter mais importância do que os ensinamentos e tbem pq em uma determinada altura eles te convidam a fazer parte do sistema físico e tático da coisa e isto não me interessa. Eu sou uma buscadora/pensadora solitária e continuo com a minha opção de continuar assim, ou seja, ir na ordem, colocar avental e ser mais uma, a mim não interessa, e sim estudar sobre diversos assuntos que possam servir para meu crescimento pessoal. 
Mas, vez ou outra eu vejo os textos e este achei interessante deixar aqui para que possamos refletir mais sobre esta transição que chamamos MORTE.

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