terça-feira, 30 de junho de 2026

ENCANTAMENTO


🌹 Encantamento Feminino 🌹

Você já sentiu aquela força que vem de dentro, que não pede licença e transforma qualquer ambiente? Isso é encantamento. E quando falamos dessa energia na Umbanda e na Quimbanda, falamos da regência de Dona Maria Padilha.
Muitos associam as Pombagiras apenas à sedução, mas o mistério de Maria Padilha vai muito além. Ela é a guardiã do amor-próprio, do magnetismo pessoal e do poder de atração.
Veja como Maria Padilha auxilia no encantamento feminino:
Resgate da Autoestima: Ela limpa as inseguranças e traumas que apagam o brilho da mulher, fazendo-a enxergar sua própria beleza e valor.
Magnetismo Pessoal: Padilha trabalha o chakra umbilical e o cardíaco, expandindo a aura para que a mulher seja vista, ouvida e respeitada por onde passa.
Poder de Posicionamento: Encantamento também é postura. Ela traz a firmeza necessária para a mulher impor limites e governar os próprios caminhos.
Cura Emocional: Ao curar as feridas da rejeição, ela abre espaço para o amor verdadeiro — começando pelo amor por si mesma.
Dona Maria Padilha não nos ensina a depender de ninguém, mas sim a sermos donas do nosso próprio destino e da nossa própria magia. Quem caminha com ela sabe o valor de uma gargalhada que afasta o mal e atrai a prosperidade!
Aqui a força de Dona Maria Padilha foi invocada para abrir caminhos, blindar a mente e ativar o magnetismo máximo nas vendas e nos negócios. Quando a espiritualidade trabalha em harmonia com o nosso propósito, o topo se torna o único caminho possível.
O que aconteceu antes e durante o ritual foi a prova pura de que a Esquerda governa a matéria com precisão:
A Irradiação Antecipada: Antes mesmo de acender a primeira vela, a frequência da Rainha já estava no ambiente. Uma eletricidade nítida subiu pelas pernas e ativou o chakra básico — a raiz da nossa Kundalini, da nossa força vital e do poder de atração.
O Alinhamento dos Ombros: O movimento ritmado nos ombros desceu quebrando fardos, cansaços e tensões, enquanto o tronco se inclinou sutilmente para trás, moldando a postura de realeza, peito aberto e autoconfiança que o mundo dos negócios exige.
Os Estalos e a Dança: A energia telúrica da terra ganhou o espaço. A dança sagrada redesenhou o campo magnético do ambiente, limpando a escassez, enquanto o estalar de dedos funcionou como um gatilho de alta frequência, cortando toda a inveja e travamentos.
A Gargalhada e o Calor: O ápice veio com o eco da gargalhada — o decreto final e o "assim seja" da Pombagira de que a vitória já está assinada. O calor intenso queimou os miasmas e selou o magnetismo na voz e na aura para encantar quem ouvir.
A Varredura Final: Com as mãos para trás e movimentos de limpeza, o corpo foi escovado, o excesso foi descarregado para a terra e o corpo fechado com chave de ouro.
O trabalho no plano invisível está feito, selado e entregue. 
Ela ainda deixou a sugestão de um banho que conheço por outro nome, sempre falam diferente, rsrrss,  vou passar para a cliente.

EXÚ MARABÔ - DESTRAVAR LICENÇA

Exú Marabô na vibração de Xangô atua como um estrategista da justiça e da lei. Ele auxilia a destravar burocracias pesadas, agiliza processos parados e protege contra a má vontade ou o "peso" de terceiros no ambiente de trabalho, garantindo que o seu direito ou mérito seja reconhecido. 

Essa atuação combinada foca em problemas burocráticos de maneiras bem específicas:
Corte de obstáculos: Quebra a "teia de aranha" de papéis e a lentidão excessiva de processos estagnados.
Justiça e clareza (Vibração de Xangô): Traz a energia do Orixá da balança para iluminar pendências e forçar o cumprimento de regras e prazos com equidade. 
Poder da comunicação: Facilita a negociação e o convencimento ao dialogar com chefes, fiscais ou setores burocráticos (como RH, financeiro ou órgãos públicos).

CHICO XAVIER



ONTEM teve jogo do Brasil.

Eu estou totalmente por fora da COPA, sei que teve jogo pq meu filho me disse, pq se dependesse de eu investigar, nem saberia da Copa, rsrs. Eu fico mais é na sala de estudos, em conferência com a espiritualidade. Então: sala, copa, cozinha, não são mesmo a minha área favorita e está tudo bem, não existem certos nem errados e sim aspectos e interesses diferentes!
 
Eu acabo sabendo parcialmente de tudo que acontece, ou mais ou menos tudo, por conta de trabalhar muito na internet então o apelo é constante, bombardeio de tudo que é lado, mas eu tenho poder de escolha de me aprofundar ou não em algo.

Fato é que ONTEM a noite, por algum motivo, justamente o da COPA, lembrei do CHICO. Pensei aleatoriamente: quanto tempo faz que ele morreu, pq foi na copa do mundo.

Daí fui pesquisar: foi no dia 30 DE JUNHO DE 2002!

Bingo! Esta memória não apareceu a toa, HOJE, fazem 24 anos que ele partiu e para mim nem parece que passou tanto tempo.

Eu costumo me sentir como alguém atemporal,  pq se vc me perguntar a data de uma coisa, mesmo que tenha sido expressiva na minha vida, raramente vou saber dizer dia, mês e ano que aconteceu, mas o FATO, este eu vou lembrar detalhadamente. 

E o dia da morte de CHICO para mim foi muito marcante.

HOJE,
24 anos depois, compreendo muito tudo que sempre aconteceu em minha vida. Eu sou um ser espiritual vivendo uma experiência humana. Todos nós somos. Mas a minha vida sempre foi cheia de episódios que eu, muitas vezes não compreendia e a morte dele foi uma destas.

Qual era e continua sendo minha afinidade com Chico? Pessoalmente, nenhuma. Não o conheci em vida, nunca tive vontade de ir até ele. O conheci e o admirei através dos livros, principalmente dois que me marcaram profundamente e me vi em algum momento como personagem daquela época: 

Há Dois Mil Anos: 
Lançado em 1939, o livro se passa no século I. 
Nele, Emmanuel narra sua própria encarnação como Públio Lêntulos, um orgulhoso senador romano que vive na época de Jesus. Ele chega a se encontrar pessoalmente com o Cristo, mas seu orgulho o impede de aceitar os ensinamentos de imediato. 

50 Anos Depois: 
Publicado logo em seguida, em 1940, a história avança algumas décadas (no século II). Aqui, o mesmo Públio Lêntulos reencarna na posição humilde do escravo judeu Nestório para reparar os erros e o orgulho da vida anterior. 

Tenho vontade de reler pq a narrativa hoje é muito superficial na minha mente, mas eu me identifiquei demais e sei que vivi em Roma determinada época pq já tive vários sonhos com o local e mensagens espirituais confirmando esta vivência. Lembro que uma vez fui em um centro kardecista e a pessoa descreveu "um cavaleiro romano" ao meu lado.

Enfim, no dia em que CHICO morreu, eu estava em SAQUAREMA, região próxima de onde me encontro agora. Eu sempre tive a minha antena espiritual desenvolvida, mas não sabia vivenciar esta diversidade de energias que captava. Sou mais retirada de TV e de informações massivas. Sim, eu devia saber que ele estava doente, mas não necessariamente acompanhei a trajetória final dele. 

Neste dia em especial, eu acordei chorosa, triste, apática, sem motivo nenhum que justificasse isto. Com os 4 pneus arriados, sem cor. Lembro de estar funcionando no automático, de estar com dor de cabeça e de estar sem muita noção do meu entorno. Era dia de voltar pro RJ e nesta época eu tinha um companheiro, que era até bem compreensivo com estas minhas "esquisitices-diferenças". Embora ele não concordasse com muitas das minhas filosofias e modo de sentir a espiritualidade, ele me dizia constantemente que eu deveria procurar um lugar para trabalhar, na linha kardecista (a mais aceitável para quem acha espiritualidade religiosa umbandista/candomblecista inaceitável). 

Eu entrei no carro silenciosa e com dor de cabeça e com cara de enterro, mas sem saber pq. NO caminho pedi que ele parasse e comprasse um refrigerante gelado para mim, não necessariamente para beber, mas para colocar nas têmporas, pq estava com enxaqueca que não passava. 

Quando já estávamos no meio do caminho eu me lembrei: "a chave!!! eu esqueci a chave na porta!"

Ele foi fenomenal! Ele já faleceu mas presto minha homenagem póstuma a sensibilidade dele, que não disse nenhuma palavra, apenas fez a volta e voltamos. Bingo! A chave estava lá, do lado de fora,  pendurada na porta. Eu nem ia sair do carro, mas sai, tomei uma agua, fui no banheiro por conta da viagem recomeçar e seguimos para o RJ. 


Quando chegamos no RJ só se falava na morte do CHICO, atrelada ao pentacampeonato. E eu fiquei sem entender pq a minha sensibilidade extra atrelada a este dia. Depois do desencarne dele, sonhei com ele duas vzs e ele sumiu do meu radar espiritual, até que ontem, não sei exatamente pq, por conta do jogo... me lembrei dele.

E HOJE, resolvi conversar com CHICO, fazer um desabafo sobre esta coisa maravilhosa e as vzs difícil, de ser médium.

Acendi uma velinha branca, coloquei um copo d'água, uma das frases dele que eu gosto - "Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência". Agora estou recobrando toda minha paciência. Conversei com ele da minha maneira. Me senti bem com esta troca, mais a nível de telefone sem fio como ele dizia. Eu falei, espero sim ter sido ouvida. Espero que lá do outro lado, quando a minha ligação tocar para ele, ele saiba que foi exemplo para muitos que seguem esta caminhada espiritual. 

Tenho certeza que minhas palavras chegaram até ele, pois agora mesmo, neste instante, enquanto finalizo a postagem, um passarinho quebrou o silêncio da manhã, que por incrível que pareça, as 9:46h está absoluto,  e começou a cantar. Gratidão espiritualidade. Que Chico receba meu carinho, esteja onde estiver.

Genteee eu fui procurar se existe alguma história de Chico com pássaros e achei esta:

 

Não escutei ainda, mas vou deixar aqui para que possamos todos ter uma reflexão conjunta.

LIBERTAÇÃO


Hoje acordei fazendo várias grandes reflexões... 
para variar.

Acordei pensando pq nesta época, onde se alternam dias que chovem e o tempo se nubla e dias de sol, parece ter mais borboletas do que sempre voando por aqui. São variadas e não chega a ser uma nuvem, mas são em quantidades expressivas e isto me chamou atenção. Será época delas? Fui PESQUISAR, pq é isto que fazemos quando queremos entender algo ou a nós mesmos, investigamos, procuramos respostas. 

O aumento notável de borboletas em Araruama durante o mês de junho está diretamente associado ao fenômeno do "panapaná" (nome de origem tupi para o agrupamento de borboletas). Este movimento ocorre justamente na transição para o inverno, quando o clima mais seco e ameno da Região dos Lagos cria as condições ideais para a reprodução e polinização das espécies. 
O surgimento coletivo nesta época acontece pelos seguintes motivos ecológicos:
Sincronia de Acasalamento: As fêmeas liberam feromônios que atraem grandes grupos de machos. Esse agrupamento massivo facilita que os parceiros se encontrem de forma rápida e segura. 
Estratégia de Sobrevivência: Ao emergirem juntas em uma grande "explosão populacional", as borboletas superam a capacidade de consumo de seus predadores naturais (como pássaros e lagartos). Isso garante que a maioria consiga se reproduzir antes do pico do inverno. 
Indicador de Equilíbrio: A alta quantidade de borboletas na região é um excelente bioindicador ambiental. Isso sinaliza que a vegetação local e as áreas de restinga ou mata ao redor de Araruama estão saudáveis e oferecendo alimento suficiente para as lagartas na fase anterior.

Na linguagem energética e espiritual, a aparição massiva de borboletas (o panapaná) em Araruama, justamente neste momento de junho, carrega uma mensagem de profunda transição, proteção coletiva e preparação interior.
Na espiritualidade, as borboletas são os símbolos máximos da metamorfose da alma. Quando elas surgem em grandes grupos, o significado individual se expande para o coletivo:
O Chamado para a Transmutação Interna
Junho marca o período do Solstício e o início do inverno no Hemisfério Sul. Energeticamente, o inverno é o momento de recolhimento, de olhar para dentro. O surgimento das borboletas agora funciona como um lembrete espiritual: antes do recolhimento, a vida se manifesta em beleza para mostrar que toda fase difícil ou "escura" (como o inverno) é precedida e sucedida por transformação e leveza. É hora de deixar ir velhas formas de ser (a lagarta) para assumir sua verdadeira essência (a borboleta).
Sincronicidade e Conexão de Almas
Como esses insetos se reúnem agora para o acasalamento e reprodução, no plano vibracional isso representa a atração por afinidade energética. O universo está movendo as energias para que você se conecte com sua "tribo espiritual", com pessoas que vibram na mesma frequência que a sua. É um período favorável para parcerias baseadas na alma, encontros significativos e cura de relacionamentos.
O Efeito do "Panapaná" como Escudo Espiritual
O movimento coletivo que as borboletas fazem na natureza para despistar predadores traduz-se, no mundo sutil, como um sinal de proteção espiritualizada. A espiritualidade está lhe dizendo que, ao elevar sua vibração e se conectar com o Todo, você se torna invisível para as energias densas, negativas ou sugadoras ao seu redor. Há força e segurança na luz compartilhada.
Visitas do Plano Sutil
Muitas tradições espiritualistas e xamânicas acreditam que as borboletas são mensageiras do plano espiritual ou portadoras da energia de ancestrais e entes queridos que já partiram. A presença massiva delas ao seu redor indica que o véu entre os mundos está mais fino e que você está recebendo uma chuva de bênçãos, respostas e confirmações silenciosas de que está no caminho certo.
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Daí é óbvio que eu tinha que vir dividir esta reflexão. Nada acontece sem sofrimento, sem a dor de encarar a transformação.
Esta dor não tem que ser necessariamente física, mas é onde dói mais, na alma, que se forja o nosso novo EU.
Quando estamos prontos para compreender que tudo na vida é cíclico e que precisamos desapegar do casulo que nos mantem limitados em uma situação, conseguimos enfim, alcançar a verdadeira LIBERTAÇÃO, nos livrando das finas camadas que ainda envolvem nossas limitações e saindo para o novo, ganhando asas, conseguindo enfim, alcançar um novo estado de espirito e VOAR!
E o meu papel é justamente o de auxiliar as pessoas a se livrarem das limitações que se impõem e irem de encontro a este voo, onde a ALMA pode encontrar a liberdade de SER, de se expressar! Então, segundo a mensagem de nossas amigas borboletas, é hora de se aliar (acasalamento) a quem possa te auxiliar a sair do seu velho eu para se tornar a sua melhor versão. Ganhe consciência, faça uma reflexão profunda e busque aliados internos e externos que te façam ganhar asas!
No que vc está se apegando?
Onde vc está se encolhendo para caber?
O que te impede de voar?!
LIBERTE-SE!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

XANGÔ


Grande força ressoante nas pedreiras, Xangô é Senhor das pedras entre as quais se destaca a chamada pedra de raio – edun ará – acreditada ser originada nas quedas em nosso planeta de asteróides ou semelhantes. Xangô é ainda relacionado com o fenômeno do trovão e vemos aqui um símbolo bastante claro de sua ligação com Oiá-Yansã, considerada a própria força dos raios.

Existe muita literatura disponível sobre este Orixá, em particular muito em razão de seu destaque nas três mais respeitadas casas de Candomblé da Bahia, a Casa Branca, o Opô Afonjá e o Gantois. Não nos estenderemos então em discussões acerca da origem histórica de Xangô ou de seu papel no culto candomblecista. Nos voltamos mais para o entendimento umbandista desse Orixá tão cultuado e tão significativo.

Em nosso entendimento da dinâmica energética do Cosmo, Xangô seria o nome da energia da Justiça Divina e do Discernimento. Nesse sentido, a qualidade de separação entre os opostos e a determinação entre os limites de qualquer movimento são funções desse padrão energético. O instrumento de Xangô, o Oxé, é expressão perfeita desse simbolismo. 

Machado de duas lâminas iguais, porém voltadas para lados opostos, demonstram a qualidade de divisão entre os opostos, a própria formação da dualidade tão característica de nosso mundo e o perfeito equilíbrio dinâmico entre esses opostos. “Xangô é decididamente um Orixá guerreiro e, mais que isto, justiceiro.

Carrega o oxé, machado duplo, machado de guerra ou caduceu da paz. Os filhos de Xangô são representados com o oxé em cima da cabeça para indicar a possessão por esta energia e, por extensão, a iluminação, que, numa correspondência ousada com as religiões orientais seria a indicação da ascensão da Kundalini ao chacra coronário.

Xangô é sem dúvida o Orixá iluminado por excelência. 
Ildásio Tavares, como ministro de Xangô, estabelece a relação dessa força com a própria energia de iluminação e ainda menciona o conceito de kundalini das religiões orientais numa abordagem bastante original em sua obra.

A Justiça evocada pela figura de Xangô não se resume na justiça de nosso direito ou de nossos tribunais, mas no princípio divino de justiça. Aqui cabe uma ressalva importante. Enquanto Xangô pode ser invocado em situações de problemas jurídicos ou judiciários, como luz a iluminar o desenrolar de determinado julgamento ou processo, não devemos invocar de forma direta a justiça deste Orixá para nós. Isso porque a Justiça divina tudo conhece e tudo considera.

Quem de nós pode aguentar todo o peso de nossos atos e suas consequências cobrados de nós? Quando pedimos justiça a Xangô, não podemos colocá-lo ao nosso lado em sua decisão, Ele nos dará exatamente o que merecemos ou o que fizemos merecer por nossos atos. Muito cuidado!

Temos por preferência rogar à grande força do Discernimento de Xangô. Essa seria a capacidade de enxergar o que deve ser feito ou qual caminho seguir, sabendo os prós e contras de qualquer ação. Assim como seu machado, Xangô carrega o conhecimento dos dois lados, das duas lâminas, igualmente afiadas, mas se coloca no centro, em perfeito equilíbrio, observador objetivo da dinâmica cósmica.

De acordo com Verger “O arquétipo de Xangô é aquele das pessoas voluntariosas e enérgicas, altivas e conscientes de sua importância real ou suposta. Das pessoas que podem ser grandes senhores, corteses, mas que não toleram a menor contradição, e, nesses casos, deixam-se possuir por crises de cólera, violentas e incontroláveis. Das pessoas sensíveis ao charme do sexo oposto e que se conduzem com o tato e encanto no decurso das reuniões sociais, mas que podem perder o controle e ultrapassar os limites da decência. 

Adoram dar ordens e detestam a contestação. São autoritários, justos e majestosos. Têm o poder de determinar o que é certo e o que é errado. Seus filhos tendem a emitir julgamentos de acordo com os seus valores internos. São muito teimosos. Se aborrecem com facilidade se algo que programaram não saiu do jeito que queriam. Gostam da disciplina.

Enfim, o arquétipo de Xangô é aquele das pessoas que possuem um elevado sentido da sua própria dignidade e das suas obrigações, o que as leva a se comportarem com um misto de severidade e benevolência, segundo o humor do momento, mas sabendo aguardar, geralmente, um profundo e constante sentimento de justiça. Xangô rege, no corpo humano, os músculos, o coração juntamente com Oxalá e, principalmente, o estômago.

Origem do nomeRemete ao nome do terceiro rei histórico (alafin) da cidade de Oió.
Mantra
Kaô Kabiesilê (Kábiyesí é uma antiga saudação dirigida aos reis nagôs que significa “Será que sua majestade permite-me vê-lo?” ou “Venham ver e admirar o Rei” a última partícula, ilê, significa casa e é utilizada uma vez que Xangô é o Orixá dono do chão de nossa Casa)
ToqueAlujá
Qualidade divina
Orixá da Justiça Divina e do Amor. É a Grande Força Cósmica do Amor que existe em toda a humanidade. Utilizamos a energia de Xangô para processos ligados à justiça e à intelectualidade. Para prestação de concursos e provas. Quando se deseja, também, resolver qualquer problema no fórum. Senhor do fogo e do trovão.
Instrumento/InsígniaOxê (machado de duas lâminas), coroa e Xerê (espécie de chocalho que reproduz o som da chuva, manipulado somente pelo Babá, pela Mãe Pequena e pelos Ogãs de Xangô)
SincretismoSão Jerônimo, São Pedro e São João Batista (catolicismo), Santa Bárbara (Cuba), Thor (mitologia gaélica), Thot (Egito Antigo)
Astro canalizadorJúpiter
Fase lunarCheia
Campo de ressonânciaMontanhas, serras, vulcões e pedreiras
CorMarrom e amarelo
Número12
OduEji Laxeborrá
FloresMonsenhor amarelo
EssênciaMorango
Imãs (comida)Feijão fradinho, quiabo, cebola, leite de coco, gengibre (raiz)
Libação (bebida)
Leite de coco, cerveja escura. Aluá: 1 abacaxi (fatias grossas da casca), 2litros d’água, açúcar, cravos, 1 colher de chá de gengibre ralado. Colocar as cascas em panela com água e deixar fermentar por um dia ou mais. Coar, por açúcar, cravo e gengibre.
MetalEstanho
PedraTopázio, topázio imperial e Jaspe amarela
Datas comemorativas24 de junho, 30 de setembro, 28 de outubro
Dia da semanaQuarta-feira
Horário vibratório12h às 18h
Ervas
Caruru (Ewé Gbúre Òsun); Trapoeraba (Gòdògbódò); Fortuna (Àbámodá); Quebra-Pedra (Ewé Bojutòna); Abacateiro (Igi Itobí); Alfavaca (Efínfín); Aipim (Ègé); Orobô (Orógbó); Umbaúba (Àgbadó); Tamarineiro (Àjàgbaó); Erva-Tostão (Étipónlá); Quiabo (Ilá); Capim-limão (Koríko Oba); Vence-Demanda (Osè Obá); Fedegoso (Fitíba); Saião
Número de Folhas6 ou 12

CALENDÁRIO DE MAGIAS DE JULHO DE 2026

  26 DE JULHO NANÃ BURUQUÊ   Magia de cura e todas as magias negativas.  Limpeza, abertura de caminhos. Acontecem na LUA MINGUANTE. Lua Ming...