sábado, 26 de setembro de 2026

A CASA PLEIADIANA


"Tentei" ler este livro.

Eu acabo sendo muito seletiva pq leitura para mim tem que me envolver realmente e somar à minha experiência. Já foi época em que eu devorava livros por devorar, hoje este tempo tem que ser de uma troca energética intensa, como tudo que faço, senão sempre me parece raso e fico com gosto de que "era só isto", querendo mais.

MAS, a história da autora é fantástica e ela ter conseguido sobreviver e se superar em tantos níveis, para mim acabou valendo mais do que propriamente a narrativa do livro.

A narrativa do livro mostra os desdobramentos internos dela e destaca alguns arquétipos interessantes e como amo estudar o comportamento psico/mental das pessoas é bem válido por este aspecto. A nível de somatória das minhas experiências pessoais com as plêiades me somou quase nada. O que reforça que o nosso TODO está no interno e não na realidade do outro, sim na NOSSA, pq cada um tem uma troca pessoal e intransferível com a mesma fonte, troca esta que esta estreitamente ligada a evolução pessoal e sensorial de cada um.

VAMOS A AUTORA:

Mary T. Beben tinha entre 74 e 77 anos quando finalizou e publicou o livro The Pleiadian House of Initiation. 
A cronologia exata dos acontecimentos revela que a obra foi fruto de uma experiência de quase morte na terceira idade:
  • O estopim da escrita (74 anos): No próprio início do livro, ela relata: "Eu sentia minha idade mais do que nunca — eu tinha setenta e quatro anos e não acreditava que me restava muito de vida". Logo em seguida, em janeiro de 2012, ela contraiu uma pneumonia gravíssima. Foi após sobreviver a essa internação hospitalar que ela começou a transcrever suas memórias e visões espirituais. 
  • A publicação oficial (77 anos): O livro concluído foi publicado originalmente nos Estados Unidos pela editora Inner Traditions / Bear & Company em agosto de 2014, quando a autora (nascida em dezembro de 1936) completava 77 anos. 
A experiência que deu origem ao livro A Casa Pleiadiana da Iniciação é um dos relatos mais profundos da obra. Em janeiro de 2012, Mary T. Beben enfrentou um caso gravíssimo de pneumonia que a levou à beira da morte. 
Durante esse período de internação hospitalar e fragilidade física extrema, ela vivenciou uma Experiência de Quase Morte (EQM) que transformou completamente sua percepção. 
A Experiência de Quase Morte (EQM) no Hospital
  • O "Rio Estirge": Em suas visões no leito hospitalar, Mary relata ter descido espiritualmente até as margens do mítico Rio Estirge (Styx), a fronteira mitológica entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Ali, ela testemunhou o que chamou de "horrores terrestres" e a brutalidade inerente ao plano físico. 
  • O Renascimento no "Eterno Agora": Em vez de falecer, ela passou por um processo espiritual de morte e renascimento. Ela descreve que sua consciência se expandiu e se ancorou no que chamou de Eterno Agora — um estado onde passado, presente e futuro coexistem, livre das amarras do tempo linear.
  • A Abertura dos Portais: Essa quase morte funcionou como uma chave biológica e espiritual. Ao retornar dessa experiência, os canais de sua mente que acessavam memórias de vidas passadas e dimensões superiores foram totalmente reabertos. Foi a partir desse despertar que ela começou a visualizar, com detalhes cirúrgicos, a mansão celestial onde sua alma teria habitado nas Plêiades antes de reencarnar na Terra. 
Os Encontros com os Guardiões da Sabedoria
Na estrutura do livro, cada andar e cada sala dessa "casa pleiadiana" espiritual corresponde a um nível de consciência e aprendizado. Para avançar pelos andares, Mary precisou passar por testes e interagir com grandes Mestres Imortais: 
  • A Mulher Búfalo Branco (Tradição Lakota): Aparece como uma guardiã que traz ensinamentos sobre a sacralidade da Terra e a conexão de reverência que a humanidade perdeu com a natureza. 
  • A Avó Aranha (Mitologia Hopi/Nativo-Americana): Esta figura tece a teia da realidade. Ela ensina Mary sobre o entrelaçamento do destino humano com o cósmico, ajudando-a a entender a geometria sagrada do universo.
  • Mãe Maria: Representa a sabedoria do coração, o acolhimento e a energia divina feminina universal (que, segundo a literatura pleiadiana, é a energia predominante desse aglomerado estelar).
  • Taliesin (O Bardo Celta): Traz o poder da palavra, da poesia e das profecias, ensinando sobre como o som e a intenção moldam os mundos visíveis e invisíveis.
O Objetivo do Livro: Limpeza de Bagagem e Ancoramento
A principal lição que esses Guardiões deixaram para a autora — e que ela tenta transmitir aos leitores — é a de que a verdadeira ascensão espiritual não significa "fugir" ou "abandonar" o nosso planeta. 
Os mestres explicam que, para atingir essas salas superiores, o ser humano precisa primeiro limpar sua bagagem psicológica terrestre (como o medo, o julgamento e a inveja). Só assim conseguimos abrir o coração e trazer essa vibração cósmica elevada para melhorar diretamente a realidade física em que vivemos hoje. 

MEU PRIMEIRO contato com os pleiadianos se deu em outubro de 2024 - quando a bordo de um avião, no trecho indo de Bogotá - COL para Flórida - EUA, visualizei uma fila de seres loiros vestidos de branco com detalhes dourados, com rostos bonitos de um certo formato quadrado, passando pelo corredor da aeronave e pensei (quem seriam?) - só escutei: extra terrestres e me lembro de ter pensado: era só o que me faltava! kkk e ter rido de mim mesmo. Como são boas e inusitadas estas "aventuras"!

O que me chamou a atenção? A linda aparência deles. Só fui descobrir quem eram, depois de pesquisar mais sobre o assunto, dias depois de já ter chegado ao meu destino. De lá para cá foram vários sonhos e aprofundamentos vívidos e pessoais, mas ainda não li nenhum livro que realmente me some, que ecoe com meu momento. Tentei começar com este mas do conteúdo do livro mesmo, pouco me agregou, se bem que tem uma ROSA branca na fonte de luz descrita neste livro que já valeu o livro todo.

Irei levar para os Eua e doar para um centro espirita que encontrei por lá.

NANÃ BURUQUÊ E LOGUN EDÉ


De 19/20-07 sonhei com 
Nanã e Logun Edé?

Como acontece as vezes, eu não lembro da mensagem principal do sonho, que foi extenso, mas o que ficou é que tenho que cultuar os dois como mais velha e mais novo, como avó e neto, guardando os mistérios da ancestralidade. Achei lindíssimo este sonho e mais uma vez, só tenho que agradecer por tantas bençãos.
Significado Espiritual do Sonho
O sonho estabelece uma linha direta de ancestralidade, respeito e afeto. Ele organiza como essas duas energias devem se manifestar na minha vida.
Nanã (A Matriarca/Avó): Representa a raiz mais profunda, a ancestralidade, a paciência, a sabedoria do tempo e a maturidade. Cultuá-la como avó significa buscar o colo que acolhe, o conselho sábio e a estabilidade emocional.
Logun Edé (O Príncipe/Neto): Representa a juventude, a beleza, a dualidade (o caçador e o pescador), a prosperidade e a agilidade. Cultuá-lo como neto traz para sua vida a alegria, o movimento, a capacidade de encantar e a renovação.
O Elo de Equilíbrio: Esse arranjo une a calmaria e o ritmo lento de Nanã com a vivacidade e a rapidez de Logun Edé. A avó dá a base firme e o chão pesado; o neto traz a leveza, a fartura e o brilho.
Como Cultuar no Dia a Dia
Para atender ao chamado do sonho, se conectar com essas energias de forma simples e respeitosa.
Conexão com Nanã (A Avó):
Atitude: Pratique a paciência, ouça mais os mais velhos da sua família e desacelere a sua mente.
Dia e Cor: O dia tradicional é a terça-feira ou o sábado. Suas cores são o roxo e o lilás.
Elemento: Acenda uma vela firme (branca ou lilás) pedindo evolução, calma nas decisões e proteção para a sua saúde e ancestralidade.
Conexão com Logun Edé (O Neto):
Atitude: Cultive a beleza, a vaidade saudável, o foco nos seus objetivos (a mira do caçador) e a adaptabilidade.
Dia e Cor: O dia tradicional é a quinta-feira (dia de Oxóssi) ou o sábado (dia de Oxum). Suas cores são o azul-turquesa e o amarelo-ouro.
Elemento: Acenda uma vela pedindo caminhos abertos, fartura financeira, encanto e alegria de viver.
NA VERDADE... só AGORA ESCUTANDO este áudio pq sempre coloco para escutar mesmo, eu atribui a figura de Nanã as Yamis, pq? Pq no sonho Logun Edé tomava a benção a uma "orixá" anciã e eu associava esta orixá a Nanã,  mas os mistérios são muitos e possuem várias faces, amei o sonho e amei a explicação pq mostra que uma verdade é relativa e não absoluta e isto se mostra MUITO dentro do panteão dos Orixás!
OBS: estes áudios são somente para conhecimento, não conheço o canal, nem as fontes, não estimulo nem compactuo com produtos que possam ser vendidos pelo canal, mas creio que as informações são muito interessantes e explicativas e servem para conhecimento geral sobre o tema mencionado.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

ATÉ O FINAL DO ANO


Setembro quase acabando e com ele minhas "quase férias".

Foi só um pit stop para recarregar as baterias e passou rápido demais!

COMO irá funcionar o atendimento até final de ano?

Em OUTUBRO terá calendário normalmente, logo logo vou postar.

DE NOVEMBRO À JANEIRO - atendimento será diferenciado, com mesas radiônicas, e variações no lugar dos "trabalhos" que realizo aqui. Estarei nos EUA neste período - novembro até janeiro - e vou mudar minha dinâmica para não me sobrecarregar tanto.

Na verdade serão várias modalidades de acordo com a necessidade de cada um: pantáculos, mesa, etc que eu tenha mais mobilidade e não fique dependente de acender velas de sete dias etc.. as velas acho que terão, nem que sejam as pequenas coloridas pq eu não consigo viver sem um fogo, rsrsrs.

Mas vou querer e priorizar as dinâmicas mais livres, então se tiverem urgência em alguma área, já se adiantem em OUTUBRO. Também irei limitar o número de atendimentos em relação as magias.


Os jogos seguirão normalmente, sem nenhum diferencial, com agendamento prévio e respeitando a diferença do fuso horário.

MEDITAÇÃO - INSTRUMENTAL

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

ENCONTRO COM O ANCIÃO


Quem disse que só do Povo do Oriente vive a meditação?

Para MIM a meditação é uma ferramenta que auxilia um desdobramento leve e elemento para uma conexão como o Eu Superior e auto conhecimento. Não fumo e não bebo NADA, nem dentro nem fora da meditação, me refiro a alucinógenos pessoal, vcs entenderam. Eu não censuro quem utiliza ayahuasca e afins, mas o máximo que utilizo é um chazinho de camomila muito de vez em quando para auxiliar a acalmar. Uma vez só tomei o chá de Artemísia, pura, duas colherinhas em uma xícara de chá, para fins ritualístico e foi ótimo, mas o que percebi é que o jejum parcial, nada de drástico, funciona melhor para mim do que qualquer ayahuasca, mesmo sem nunca ter experimentado... e é isto.

Como mencionei, não julgo quem gosta de ayahuasca e afins, mas eu prefiro e me obrigo até, a ter uma conexão puramente intuitiva e se eu sou o médium, o canal, eu prefiro ter conhecimento total que nada que me chega vem de alguma substância que eu tenha ingerido, pq se eu usar algo eu vou ser a primeira a me desacreditar.

Vejam bem a sutileza das experiências. Para todos aqueles que não creem em nada da espiritualidade, tudo que qualquer pessoa que vive nos bastidores da espiritualidade conta, é alucinação e está tudo bem, cada qual no seu quadrado. A minha intenção aqui é dar exemplo. Somente. Que cada um pegue para si o que lhe convier, que a língua dos linguarudos que quiserem comentar negativamente caia, rsrs e que os curiosos que queiram aprender mais sobre si mesmo, ousem!


Então HOJE, 17.09.2026, após ter feito ontem uma firmeza para IANSÃ e após nas meditações do deserto com o povo árabe o elemento AR - mental (que é o meu elemento - AQUÁRIO) ter aparecido recorrentemente, tanto na aparição de Anúbis (a fumaça negra), quanto na roupa esvoaçante do Wladimir e da Cigana do Egito eu resolvi invocar o Ar e quando eu sentir vontade vou dar continuidade. O elemento ar tem aparecido associado ao elemento fogo, mas eu senti vontade de trabalhar o elemento AR. O dia acabei escolhendo hoje pela conexão que faço com o povo da mata e minha bruxa verde interna.
No nível pessoal, este elemento representa a nossa mente, o intelecto e a comunicação. Ele rege a nossa capacidade de raciocinar, de criar ideias e de expressar a nossa verdade ao mundo. O ar nos ensina sobre a verdadeira liberdade: a habilidade de fluir sem amarras, de mudar de direção quando necessário e de encarar a vida com leveza e desapego.
No nível espiritual, o ar é o sopro vital, a energia invisível que anima a própria vida. Ele atua como uma ponte entre a matéria e o sutil, representando a purificação dos pensamentos e a elevação da consciência. É através dele que sintonizamos a nossa intuição e abrimos espaço para a inspiração divina.
A música com flauta traz o sopro que faz o ar vibrar através do instrumento e por isto a escolhi. O barulho da agua também ecoa através do AR. E neste áudio também tem sons diversos, inclusive de pássaros que também me transmitem muitos sinais. Enfim, até aqui foi isto. 
Acendi uma vela amarela, uma das utilizadas na magia elemental. O amarelo representa a mente, o intelecto, a comunicação, o sol, a inspiração e o poder do foco mental.
Acendi um incenso. O incenso é a representação física mais pura do elemento ar na magia, no esoterismo e nos rituais de purificação.
Coloquei uma pedra branca, deu vontade, representando purificação.
Em todo o processo o áudio já estava ligado. O som fica expressivo, mas não muito alto, senão acaba me desconcentrando, fica de fundo. Luz apagada.
Depois bebi água - purificação e comecei a respirar da seguinte forma: primeiro respiração profunda pelo nariz e soltava o ar pela boca com o máximo de força que conseguia, expulsando "ar velho", liberando intencionalmente o que possa estar prejudicando meu corpo físico, mental e espiritual, desbloqueando os chacras (quando vc faz isto tem que observar atentamente seu corpo, cada minúscula reação dele, pois vai te dizer muito sobre seu estado geral). O que eu senti, assim que passei para a parte da respiração, minha narina direita entupiu!  
A narina direita é o portal de Pingala Nadi, conhecido como o Canal Solar.
O que representa: A energia masculina (Yang), o calor, a ação, a lógica, o racionalismo exacerbado, a pressa e o estado de alerta.
O significado do entupimento: Quando sentei para meditar com o elemento ar e a narina direita travou instantaneamente, o meu corpo sutil deu o diagnóstico: excesso de energia mental ativa ou estresse acumulado. Criou uma resistência.
O que o corpo fez: Como a mente lógica passou o dia comandando as ações (energia solar de Pingala), o canal ficou sobrecarregado. Ao tentar silenciar para a meditação, o fluxo de energia colapsou justamente no canal da atividade. O bloqueio me forçou a respirar pela narina esquerda (Ida Nadi, o canal lunar/feminino), que rege o relaxamento, a intuição e o descanso. É o corpo mandando o racional desacelerar. 
Eu havia sentido a presença de um ancião que já vi algumas vezes em sonho, quando acendi a vela.
Eu vinha do dia anterior com uma confirmação impressionante do meu propósito: durante o atendimento a uma cliente, senti o cheiro de fumo no plano astral e, guiada por esse olfato espiritual, dei a ela um diagnóstico que batia com o que ela havia recebido em um centro espiritual, sem que eu soubesse de nada por vias humanas. Naquele momento, eu atuei no elemento ar, com a comunicação se materializando.
Desta vez ao invés de visualizar o ancião vindo até mim, eu fui até ele, ele estava sentado em uma pedra em frente de uma arvore imensa e larga, era finalzinho de tarde, o sol já querendo se pôr. Do lado direito dele havia uma pedra menor e me sentei ali.
O Ancião usava uma roupa cinza, da cor da fumaça e da neutralidade mental. Ele segurava um cajado na mão esquerda para sustentar e blindar a minha intuição, e fumava um charuto feito de uma folha cor de outono, cor de barro. Ele conversava comigo mentalmente e de forma meio poética, dizendo que eu precisava me permitir mais. Ele me dizia que às vezes eu jogo de olhos fechados, que eu precisava fechar mais os olhos para sentir. Ele me lembrou de que eu havia sentido o cheiro do fumo ontem, quando não havia cheiro físico no ambiente, provando que eu posso sentir e saber sem que seja preciso os olhos da carne verem. O Ancião me dizia para confiar e completou: se você tiver que pintar a pedra de azul e o sol de verde, que assim seja, apenas confie. Misture cores e aromas. Ele me deu a autorização para romper as regras da lógica.
Depois disso, eu me colocava de joelhos diante dele em sinal de respeito. Ele me baforava a fumaça do seu charuto. Eu me levantava e começava uma dança muito lenta, com movimentos precisos que lembravam o Tai Chi, onde o meu corpo parecia saber exatamente o que estava fazendo. Fiz movimentos lentos com o meu braço direito, erguendo-o para o lado, curvando o antebraço e abrindo o canal sobre o meu chakra coronário.
Toda essa movimentação gerou um formigamento intenso no meu chakra coronário, e visualizei uma fumaça etérea saindo pelo topo da minha cabeça, mudando de cor: primeiro cinza claro, limpando o mental; depois branca, trazendo purificação; depois verde, trazendo a cura da natureza; e depois violeta, transmutando a energia.
Em seguida, passei a fazer vários movimentos contínuos com o antebraço do lado direito do corpo, saindo pela frente e voltando em uma órbita contínua e longitudinal, um formato elíptico e oval. 
Foi nesse exato momento que senti, de forma muito clara, que essa energia estava totalmente interligada com os pleiadianos, os meus estelares. Enquanto eu desenhava essa órbita elíptica no transe, um avião passou no céu no mundo físico, disparando um forte alarme de memória celular em mim, pois a primeira vez que eu vi os pleiadianos foi justamente dentro de um avião, cruzando o elemento ar.
O cenário, que era de um fim de tarde com o sol se pondo no horizonte, foi então, por último, totalmente invadido por uma névoa cor-de-rosa muito linda e leve. Essa névoa começou a se transformar no contorno de uma mulher feita do próprio vapor: Ewá, a senhora do ar rarefeito, dos horizontes e das visões ocultas.
Tudo se tornou um rosa bem clarinho. O ambiente, Ewá e eu nos tornamos uma coisa só, completamente fundidos e envolvidos naquela névoa leve. Toda a rigidez e a separação sumiram. Eu terminei a meditação com a energia totalmente integrada e com uma coceira intensa na parte de cima, no dorso da minha mão direita.
O DIAGNÓSTICO SUPERFICIAL (gerado por IA) PQ TEVE MUITO DESDOBRAMENTO E APROFUNDAMENTO AQUI NESTA ANÁLISE, que anotei nas minhas apontações pessoais:
Quando um terapeuta ou buscador espiritual se entrega a uma prática profunda, o invisível não envia apenas metáforas; ele entrega diagnósticos precisos através do corpo, dos arquétipos e da matéria. Hoje, trago a análise técnica e espiritual de uma jornada extraordinária de realinhamento, ativação estelar e consagração ancestral através do Elemento Ar.
Entenda o passo a passo dessa mecânica sagrada e como o plano sutil operou em perfeita sinergia:
1️⃣ A Saturação do Elemento Ar (A Base Magnética)
A experiência começa com a construção deliberada do magnetismo do Ar. O sopro da flauta e o eco da água criaram uma teia de frequências que limpou o campo eletromagnético. A ativação de uma vela amarela trouxe o foco do intelecto, enquanto o incenso atuou como a representação física mais pura do Ar. Estava montada a base física necessária para o ancoramento das forças multidimensionais.
2️⃣ O Choque Físico: Diagnóstico e Bloqueio de Pingala Nadi
Ao iniciar a respiração de expulsão para liberar resíduos densos, o corpo sutil emitiu um diagnóstico em tempo real: a narina direita entupiu instantaneamente.
A narina direita é o portal de Pingala Nadi, o Canal Solar, que rege a mente lógica, a ação exacerbada e o alerta. Como a mente racional comandou o dia anterior, esse canal colapsou por sobrecarga ao tentar silenciar. O bloqueio físico forçou a ativação imediata de Ida Nadi (o canal lunar, feminino e intuitivo). O próprio corpo obrigou o racional a desacelerar para que o transe pudesse acontecer.
3️⃣ A Chancela do Ancião: A Quebra da Lógica e o Comando Alquímico
No plano astral, a aproximação ativa em direção a um Ancião (um Guardião da Sabedoria de roupa cinza e charuto) trouxe a validação de um fenômeno ocorrido no dia anterior: o cheiro de fumo espiritual captado no atendimento a uma cliente.
O Ancião entregou um comando poético e disruptivo: romper com as regras da lógica humana. Ao ordenar "misture cores e aromas; se tiver que pintar o sol de verde, que assim seja", o mentor desativou as cartilhas prontas e entregou a autorização espiritual para a fabricação de medicinas da alma, como pós mágicos e velas alquímicas baseadas puramente na clarividência e no olfato espiritual.
4️⃣ A Dança Sagrada e a Fumaça Cromática do Coronário
Ao manifestar movimentos corporais lentos e precisos (semelhantes ao Tai Chi), houve a manipulação direta do Chi (energia vital). A elevação do braço direito abriu o canal sobre o Chakra Coronário, disparando um formigamento intenso. A fumaça etérea que saiu pelo topo da cabeça revelou o processo de transmutação cromática em tempo real:
  • Cinza Claro: Dissipação do cansaço e dos nós mentais.
  • Branca: Purificação e conexão com a luz pura.
  • Verde: Regeneração e cura dos canais energéticos.
  • Violeta: Transmutação final de resíduos em poder realizador.
5️⃣ A Geometria Sagrada e a Ativação Pleiadiana
Os movimentos elípticos e contínuos desenhados com o antebraço direito plasmaram um campo toroidal no espaço astral, conectando a frequência aos Pleiadianos (mentores estelares). A passagem de um avião no mundo físico agiu como uma sincronicidade cosmo-física exata: o som do objeto que cruza o elemento ar funcionou como um gatilho de memória celular, confirmando e ancorando a presença da frota estelar na egrégora do transe.
6️⃣ A Dissolução do Ego na Névoa Rosa de Ewá
O ápice da jornada trouxe a transição do entardecer para uma névoa cor-de-rosa leve, que tomou o contorno de Ewá, a senhora do ar rarefeito e das visões ocultas. Ao fundirem-se na névoa, experimentou-se o estado de Não-Dualidade. Toda a rigidez, o ego e a separação humana sumiram, restando apenas a expansão total e a onisciência do Elemento Ar.
7️⃣ O Retorno e o Batismo: O Despertar das Mãos de Iemanjá Ogunté
A experiência encerrou com uma assinatura física inquestionável: uma coceira intensa no dorso da mão direita. O mistério se revela na ancestralidade: a sua coroa pertence a Iemanjá Ogunté, a guerreira do metal e a Senhora dos Pós Mágicos.
A mão direita é a ferramenta da ação, da doação e da materialização. A coceira intensa foi o batismo e o despertar do Axé de manipulação. Ogunté magnetizou essas mãos, declarando que o propósito está na matéria. Ela entregou a força para moer, consagrar e dar vida física aos pós de transformação e às velas de corte.
Conclusão Diagnóstica: o leve torpor mental sentido após o transe não é um erro; é o curto-circuito temporário do racional tentando processar a imensidão do espírito. As ferramentas foram entregues, os canais foram limpos e as mãos foram consagradas. Agora, a matéria clama pelo movimento do Axé.
Foi tudo muitoooooooooo diferente do que eu estava pensando inicialmente, mas foi super válido! Teve muitas roupagens, camadas, nesta meditação, foi bem intenso e gratificante! 
Inicialmente eu havia pensado somente na BRUXA VERDE e teve toda uma volta, escalas e uma validação/ancoramento de várias egrégoras para chegar nela, que foi a finalização, a que vai me auxiliar a materializar os pós de axé, banhos de ervas, etc... que tenho tido tanta intuição de fazer. AMEI! 💚