"Tentei" ler este livro.
Eu acabo sendo muito seletiva pq leitura para mim tem que me envolver realmente e somar à minha experiência. Já foi época em que eu devorava livros por devorar, hoje este tempo tem que ser de uma troca energética intensa, como tudo que faço, senão sempre me parece raso e fico com gosto de que "era só isto", querendo mais.
MAS, a história da autora é fantástica e ela ter conseguido sobreviver e se superar em tantos níveis, para mim acabou valendo mais do que propriamente a narrativa do livro.
A narrativa do livro mostra os desdobramentos internos dela e destaca alguns arquétipos interessantes e como amo estudar o comportamento psico/mental das pessoas é bem válido por este aspecto. A nível de somatória das minhas experiências pessoais com as plêiades me somou quase nada. O que reforça que o nosso TODO está no interno e não na realidade do outro, sim na NOSSA, pq cada um tem uma troca pessoal e intransferível com a mesma fonte, troca esta que esta estreitamente ligada a evolução pessoal e sensorial de cada um.
VAMOS A AUTORA:
Mary T. Beben tinha entre 74 e 77 anos quando finalizou e publicou o livro The Pleiadian House of Initiation.
A cronologia exata dos acontecimentos revela que a obra foi fruto de uma experiência de quase morte na terceira idade:
- O estopim da escrita (74 anos): No próprio início do livro, ela relata: "Eu sentia minha idade mais do que nunca — eu tinha setenta e quatro anos e não acreditava que me restava muito de vida". Logo em seguida, em janeiro de 2012, ela contraiu uma pneumonia gravíssima. Foi após sobreviver a essa internação hospitalar que ela começou a transcrever suas memórias e visões espirituais.
- A publicação oficial (77 anos): O livro concluído foi publicado originalmente nos Estados Unidos pela editora Inner Traditions / Bear & Company em agosto de 2014, quando a autora (nascida em dezembro de 1936) completava 77 anos.
A experiência que deu origem ao livro A Casa Pleiadiana da Iniciação é um dos relatos mais profundos da obra. Em janeiro de 2012, Mary T. Beben enfrentou um caso gravíssimo de pneumonia que a levou à beira da morte.
Durante esse período de internação hospitalar e fragilidade física extrema, ela vivenciou uma Experiência de Quase Morte (EQM) que transformou completamente sua percepção.
A Experiência de Quase Morte (EQM) no Hospital
- O "Rio Estirge": Em suas visões no leito hospitalar, Mary relata ter descido espiritualmente até as margens do mítico Rio Estirge (Styx), a fronteira mitológica entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Ali, ela testemunhou o que chamou de "horrores terrestres" e a brutalidade inerente ao plano físico.
- O Renascimento no "Eterno Agora": Em vez de falecer, ela passou por um processo espiritual de morte e renascimento. Ela descreve que sua consciência se expandiu e se ancorou no que chamou de Eterno Agora — um estado onde passado, presente e futuro coexistem, livre das amarras do tempo linear.
- A Abertura dos Portais: Essa quase morte funcionou como uma chave biológica e espiritual. Ao retornar dessa experiência, os canais de sua mente que acessavam memórias de vidas passadas e dimensões superiores foram totalmente reabertos. Foi a partir desse despertar que ela começou a visualizar, com detalhes cirúrgicos, a mansão celestial onde sua alma teria habitado nas Plêiades antes de reencarnar na Terra.
Os Encontros com os Guardiões da Sabedoria
Na estrutura do livro, cada andar e cada sala dessa "casa pleiadiana" espiritual corresponde a um nível de consciência e aprendizado. Para avançar pelos andares, Mary precisou passar por testes e interagir com grandes Mestres Imortais:
- A Mulher Búfalo Branco (Tradição Lakota): Aparece como uma guardiã que traz ensinamentos sobre a sacralidade da Terra e a conexão de reverência que a humanidade perdeu com a natureza.
- A Avó Aranha (Mitologia Hopi/Nativo-Americana): Esta figura tece a teia da realidade. Ela ensina Mary sobre o entrelaçamento do destino humano com o cósmico, ajudando-a a entender a geometria sagrada do universo.
- Mãe Maria: Representa a sabedoria do coração, o acolhimento e a energia divina feminina universal (que, segundo a literatura pleiadiana, é a energia predominante desse aglomerado estelar).
- Taliesin (O Bardo Celta): Traz o poder da palavra, da poesia e das profecias, ensinando sobre como o som e a intenção moldam os mundos visíveis e invisíveis.
O Objetivo do Livro: Limpeza de Bagagem e Ancoramento
A principal lição que esses Guardiões deixaram para a autora — e que ela tenta transmitir aos leitores — é a de que a verdadeira ascensão espiritual não significa "fugir" ou "abandonar" o nosso planeta.
Os mestres explicam que, para atingir essas salas superiores, o ser humano precisa primeiro limpar sua bagagem psicológica terrestre (como o medo, o julgamento e a inveja). Só assim conseguimos abrir o coração e trazer essa vibração cósmica elevada para melhorar diretamente a realidade física em que vivemos hoje.
MEU PRIMEIRO contato com os pleiadianos se deu em outubro de 2024 - quando a bordo de um avião, no trecho indo de Bogotá - COL para Flórida - EUA, visualizei uma fila de seres loiros vestidos de branco com detalhes dourados, com rostos bonitos de um certo formato quadrado, passando pelo corredor da aeronave e pensei (quem seriam?) - só escutei: extra terrestres e me lembro de ter pensado: era só o que me faltava! kkk e ter rido de mim mesmo. Como são boas e inusitadas estas "aventuras"!
O que me chamou a atenção? A linda aparência deles. Só dias depois fui descobrir quem eram, pesquisando melhor, quando eu já estava mais calma no meu destino.
De lá para cá, tive vários sonhos e vivências profundas e pessoais, mas ainda não li nenhum livro que realmente me acrescentasse, que ressoasse com o meu momento atual. Tentei começar por este, mas o conteúdo em si pouco me agregou, embora exista uma rosa branca na fonte de luz descrita nele que, por si só, já valeu o livro inteiro.
Pretendo levá-lo para os EUA e doá-lo a um centro espírita que encontrei por lá.