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quinta-feira, 4 de setembro de 2025

EPARREY OYÁ!


ORAÇÃO A IANSÃ

 

Iansã, senhora dos ventos sem fim,

Abre setembro, vem perto de mim.

Com teu axé de poder e calor,

Ilumina a vida, renova o amor.

 

Teu sopro varre tristeza e pesar,

Tua coragem me ensina a lutar.

Na tua força encontro firmeza,

Na tua luz encontro clareza.

 

Rainha do raio, guerreira no céu,

Tua presença me cobre de véu.

Que cada caminho se abra em verdade,

Que cada passo traga prosperidade.

 

Se a tempestade quiser me cercar,

Dança comigo, ensina a voar.

Que em tua energia eu possa confiar,

Eparrei Oyá, sempre a me guiar!

 

Renova o destino, traz fé e paixão,

Faz florescer luz no meu coração.

Com tua benção, senhora destemida,

Começo setembro com força e vida.

 

Que assim seja e assim será, axé!

quinta-feira, 23 de março de 2023

A MACUMBEIRA, A NOITE, IANSÃ & A BORBOLETA BRANCA!


Significado espiritual da borboleta branca

O significado espiritual da borboleta branca é único, pois traz paz, pureza, riqueza na vida e representa conexões espirituais. Acredita-se que as borboletas brancas são almas que já se foram deste mundo.

Portanto, ver uma borboleta branca, seja em um sonho ou não, pode querer dizer que o mundo espiritual tem uma mensagem para você. Esse recado provavelmente está relacionado ao seu próprio crescimento, sabedoria e transformação espirituais.

Gente, estou em débito com vcs, mega corrida e vivendo o que considero o melhor momento da minha vida.

Pensa em uma pessoa feliz? Pq acorda de manhã e vê VERDE, respira verde, pode se dar ao luxo de colocar o pé na terra! Ufa! As vzs nem acredito que estou tendo tanta paz e tanta energia restauradora e sou a cada dia mais e mais grata a toda a espiritualidade!

Ontem, ao contrário do usual, a noite foi abafada e sem vento.

Aí já passando das 22h, eu fui do lado de fora, fiquei bem no meio do terreno olhando as estrelas e cantando para Iansã. Cantei, cantei, conversei e chamei o vento, que não veio, mas mandou a borboleta branca! Foi surreal aquela borboleta branca na escuridão voou voou a minha volta e sumiu! Eu cheguei a ficar em dúvida se ela era real ou energética! Mas eu fiquei tãoooooo feliz, mas tão feliz! Pq até um mês atrás a minha visão era estreita demais da minha humilde janelinha e agora tenho um mundo de sensações literalmente aos meus pés! O que eu posso querer mais??

Por que Oyá se transforma em borboleta e está associada a esta?

Oyá e Xangô viviam juntos nesta fase.

Oxum e Obá já não ficavam mais tanto com Xangô devido à ira de Xangô e os maus tratos que ambas sofriam.

Oyá que não leva desaforo para casa e impaciente andava em pé de guerra com o grande Rei que há tempos procurava diversão fora dos limites de seu palácio.

Oyá revoltada decidiu fugir. Xangô quando chegou ao palácio deu por falta de sua esposa.

Oyá desesperada e com medo de voltar para Xangô acabou pedindo ajuda a Bará (Èsù), já que os dois sempre se deram muito bem.

Oyá deu a Bará todos os materiais que Ele pediu, e, assim Bará fez um encantamento para Oyá.

Toda vez que sentisse medo Ela se transformaria em borboleta que é linda, colorida e inofensiva.

Xangô enfurecido e revoltado soltando raios e trovões com a fuga de sua esposa, ao se encontrar com Bará, Ele lhe disse que não teria visto Oyá.

Neste mesmo momento Oyá que estava em sua forma de borboleta observava tudo do alto.

Oyá voltando a sua forma de Orixá perguntou a Bará, o porquê de se tornar uma borboleta e não outros elementos da natureza.

Bará lhe respondeu:

"Como vento e nervosa, Você arrasaria o mundo em vendaval.

Como raio Você acabaria com as aldeias.

Como fogo Você destruiria o mundo.

Com os seus filhos Égùn-gùn Você apavoraria a humanidade.

Como borboleta além de manter suas cores e perfumes que simbolizam a sorte, Você também será capaz de voar com suas asas ao sabor do vento, afinal de contas quem em seu juízo perfeito mataria uma bela borboleta”.

Bará deixou o local muito feliz e satisfeito, fez com que Oyá jamais se tornasse presa de alguém.

Oyá feliz se transformou outra vez em uma bela borboleta.

E saiu através dos ventos...

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

FIRMEZA PARA IANSÃ DE IGBALÉ OU BALÉ


Este vídeo (que vc pode começar a assistir a partir dos 2.46m), tem uma representação muito bonita desta qualidade de IANSÃ.


QUEM É ESTA IANSÃ?

Iansã de Bale é uma qualidade de Iansã que tem caminhos fortes com eguns (mortos, ancestrais), ela é a única que dança com eles, seu lugar é o cemitério.
Usa coral e branco, acredito que possa ser homenageada no dia de Iansã mesmo, dia 4 de Dezembro.

É uma Iansã muito forte e uma das mais bravas e impetuosas.
A vela pode ser coral ou branca, como flores você pode oferecer gerberas e como comida pode dar acarajé e champanhe.

Oiá Ibalé (em iorubá: Oyá Igbalé) ou Iansã do Balé são títulos da Oiá Mensã Orum, Mãe dos nove céus ou dos nove Planetas. É saudada com Iá Mensã Orum e Èpa heyi!. É a orixá ligada ao rio Níger, dos ventos e das tempestades. Identificada no jogo do merindilogum pelos odu odi, ossá e ouarim e representado material e imaterialmente no candomblé, através do assentamento sagrado denominado Ibá de Oiá.

Oiá Ibalé é a denominação usada no candomblé e povo do santo por sua ligação e domínio do cemitério (ibalé ou balé), depois que Omolú ofertou-lhe parte de seu poder para conduzir os ancestrais egungum. Vestindo-se de branco com o seu iruquerê é encarregada de separar os vivos dos mortos e adorada por todos, venerada no ritual de (Icu) Axexê.

Oya é evocada para para proteção contra ataques de perversos ou Iku-Egun, atrair Amores, fertilidade na esterilidade, saúde das trompas, vendas de todos os tipos, melhorias no comércio, movimento de comercio, atrair clientes, tomar iniciativa, faxina espiritual, varrer os espíritos perversos.

Esta IANSÃ está se evidenciando e se apresentando no meu caminho e por conta disto eu comprei uma imagem dela e pretendia fazer uma oferenda super caprichada mas o Universo ainda não conspirou a favor, então ofereci o que tinha disponível só para receber esta imagem e mais pra diante farei a oferenda conforme ela merece. Gratidão imensa a toda espiritualidade.



Esta firmeza fez parte de nossos trabalhos da MAGIA DE UNIÃO deste mês de dezembro. NO sentido de limpeza e proteção.

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

VIBRAÇÃO DE IANSÃ


orixá Iansã corresponde à nossa necessidade de mudança, deslocamentos, transformações materiais, avanços tecnológicos e intelectivos.

Ao contrario do que muitos acreditam, Iansã ou qualquer outro Orixá não são entidades, são nomenclaturas para determinadas variações de vibrações energéticas que no caso da Umbanda seriam relacionadas a natureza.

Hoje vamos tentar relatar a reação física da vibração Iansã, para que possamos entender, perceber e trabalhar sintonizados nessa vibração.

Segundo Vovó Benta, psicografando através do médium Leni W. Saviscki, citando relatos do plano Astral, descreve que:

Rajadas de ventos agitando as nuvens, poder de movimento esse que são executados por entidades e elfos que trabalham com a vibração Iansã.

Aliado a isso tudo no mesmo espaço de tempo, são por vezes criados no plano físico frentes de ar distintas formadas pela pressão atmosférica, proporcionando o deslocamento de ar de forma mais acentuada.

No interior de algumas nuvens, grande quantidade de água, que formam as chuvas, em outras são formados cristais de gelo e granizo, que com a força da movimentação dos ventos os elementos são arremessados de um lado para o outro chocando-se e trocando cargas elétricas entre si.

Graças a gravidade o granizo e as gotas se acumulam na base das nuvens, concentrando carga negativa. Os cristais de gelo e o restante da água quase congelada que são mais leves são levados para o topo das nuvens, tornando a parte de cima positiva.

Começa então se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha, criando por essa polarização um campo elétrico descomunal, essa tensão transforma o ar que está em volta das nuvens passando de gás para plasma, fenômeno mais conhecido como quarto estado da matéria.

Esse plasma então forma um caminho até o solo, para servir de escoamento da tensão que se encontra nas nuvens, para ser descarregada.

Então eis que surge o relâmpago a reação física da vibração de Iansã.

Eparrei!!! 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

EPARREY OYÀ!

 

EPARREY OYÁ!!

No dia 25.11.2020, acordei sonhando com um sol nascendo vermelho alaranjado em um cenário lindo e cantando este ponto que recebi... gratidão a toda espiritualidade e gratidão especial aos raios de Iansã! 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

EPARREY OYÁ!










FESTA DE IANSÃ
SALVADOR - BAHIA
DEZ 2018
(fotos minhas)



Hoje é dia dela!
Da Orixá que nos traz as transformações!


Iansã é o raio de misericórdia que devemos lançar sobre nossas vidas para sermos melhores sucedidos.
Sua espada é o simbolo dos cortes que devemos fazer para que possamos ir mais adiante, nos livrando de nossos próprios negativos. Os "eguns" são as sombras que alimentamos dentro de nós, se alguém nos faz mal, devemos sair daquela sintonia. 
Eu tenho uma linguagem analítica muito própria encima da energia dos orixás.
Enquanto a grande maioria insiste em ver as energias somente como um alegórico que veio das raízes do candomblé, eu procuro sentir além e tenho uma interpretação muito pessoal do que cada Orixá pode representar em nossa vida.
Para mim Iansã é o fogo que deve consumir tudo aquilo que não nos serve mais, o raio que fulmina  muitas vezes a nós mesmos quando alimentamos egoísmos e sentimentos punitivos. E é este raio e este fogo de Iansã, que vai transformar nossas vidas através da transformação que vem quando eliminamos algo necessário e recomeçamos a caminhada a partir dali, mais leves e mais conscientes daquilo que realmente deve ter valor para nós.
Iansã está presente em todas as transformações e nas maiores tempestades de nossas vidas, pois tal qual no tempo, quando insistimos em algo que não é para ser, vem o raio libertador e fulmina tudo em que nos agarramos por cegueira e nos liberta! 
Amo esta energia e quando conseguimos realmente entender além da alegoria, ela nos passa a ser o alerta para aquilo que realmente devemos eliminar e nos fortalece para tomarmos melhores ventos e não seguirmos somente nosso querer cego que na grande maioria das vezes só nos aliena e maltrata. Iansã está presente em todas as nossas libertações!
E se insistirmos na cegueira, seus raios estarão ali para queimar tudo que realmente não nos serve mais, e seus ventos estarão ali para nos levar para rumos melhores!
Gratidão nossa mãe Iansã pelo raio dolorido porém altamente libertador que lançaste em minha vida!
Dali em diante pude renascer com mais consciência e incorporar o equilíbrio de PAI XANGÔ e a capacidade infinita de gerar de MÃE IEMANJÁ em minha vida e hoje sou só felicidade, prosperidade e gratidão!

Desejo que cada um de vocês possa entender mais profundamente esta energia maravilhosa de Iansã e passem a trabalhar esta transformação em suas vidas de forma mais consciente possível, pois se isto não suceder, com certeza em algum momento do caminho o raio transformador vai obrigar a ver o que a cegueira emocional alimenta.
É difícil, bastante difícil, a tal da aceitação que Maria Padilha tanto me sinaliza, mas é também um item sentimento libertador que nos impulsiona para o nosso melhor! Então meus amores, se permitam sair da zona de conforto, que sempre nos acomoda em nossas mais cegas aspirações. Permitam que os ventos de Iansã nos removam todo véu de cegueira que nos aliena e nos impede de ir adiante com mais domínio de nossos sentimentos.


SALVADOR - BAHIA
DEZ 2018
(foto minha)

Estou em Salvador, Bahia, onde vivenciei a missa de Santa Barbara-Iansã hoje de manhã. 
A missa aconteceu em campo aberto, fora da Igreja, com  vários cânticos de pontos e orações maravilhosos. Um clima nublado e com chuvisco acompanhou todo o processo e limpou os ares, trazendo uma limpeza agradável ao clima calorento. Mas era indiscutível um clima de alegria, fé e até de quietude pois os fieis estavam concentrados nos cânticos e foi um ritual bem diferente do que presenciei na Festa de Iemanjá. Tinha muito menos pessoas do que eu esperava, estava cheio sim, mas um cheio que para a proporção de Iansã, achei pouca presença. O ritual religioso em si foi contido, forte, com uma energia maravilhosa, plena, indescritível e emocionante. Eu não esperava me emocionar tanto, foi muito bom estar presente e a tentação de voltar ano que vem ficou bem grande!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

IANSÃ, ORIXÁ DAS CHUVAS, DOS VENTOS E DOS RAIOS



lansã é a aplicadora da Lei na vida dos seres emocionados pelos vícios. Seus campo preferencial de atuação é o emocional dos seres: ela os esgota e os redireciona, abrindo-lhes novos campos por onde evoluirão de forma menos "emocional".

Orixá feminino, senhora dos ventos, das tempestades, das tormentas e sua ação sobre a terra e o mar, regente dos efeitos atmosféricos e climáticos. Com a força dos ventos faz tudo balançar, sacudir em todos os sentidos e direções, provoca o movimento, a transformação, a renovação do que é natureza e do que é obra do homem. Sua essência é o movimento e o fogo, é o Orixá do raio, da eletricidade. É a energia viva, pulsante, vibrante.

Na África era cultuada com o nome de Oiá. O número 9 está ligado na origem de seu nome Iansã. Diz uma lenda que Oiá lamentava-se de não ter filhos e consultando um Babalaô, o mesmo lhe disse que ela não seguia suas proibições alimentares, fazendo uso de carne de carneiro quando deveria comer a de cabra. O mesmo a aconselhou fazer oferendas, entre as quais deveria haver um tecido vermelho, que mais tarde serviria para confeccionar as vestimentas dos Eguns. Tendo cumprido essa obrigação, Oiá tornou-se mãe de nove crianças, o que se exprime em Iorubá pela frase: ”Iyá Omo mesan”, origem de seu nome Iansã! Os dois nomes, Iansã e Oiá são aspectos da mesma divindade.
Ela dá direção aos espíritos encarnados e desencarnados, quando estes se encontram perdidos, negativos, desequilibrados e redireciona-os dando novo sentido de vida, transformando e renovando a sua fé, abrindo novos caminhos para sua evolução, sacudindo-os e os obrigando a refletir, a dar movimentos a sua existência. Promove mudanças íntimas, refletidas nas ações externas, direcionando para a luz e a visão do melhor caminho, na distinção do bem e do mal, pressentindo e se antecipando, tirando todo proveito do que é bom e evitando o que é ruim, não se deixando enganar, se iludir e se atingidos ou abalados reagindo rapidamente.
Ela guia os espíritos desencarnados, chamados de eguns (espíritos não desenvolvidos que vagam pela terra) junto com Obaluaê/Omolu, portanto é chamada de senhora dos cemitérios.
Orixá da renovação, com seu magnetismo aéreo nos dá sustentação, ordenação, equilíbrio, segurança, coragem, ousadia e visão. Promove um arejamento, uma revolução mental forçando a uma alteração de nosso emocional, revolve nossos pensamentos e ideias enraizadas, temores, medos e preconceitos, transforma e induz nossa mente a uma visão clara, sem barreiras, nos dando coragem para a ação, a reação, argumentação e para o estabelecimento da justiça, colocando as vista os injustos e se colocando na defesa dos injustiçados, nos credenciando a um direcionamento na evolução e fortalecendo de nossos sentimentos, aguçando nossos sentidos e promovendo o equilíbrio de nosso espírito.
Quando nos sentimos perdidos, sem saber que rumo tomar, devemos pedir direcionamento à Iansã, nos negócios difíceis de resolver, nos relacionamentos sentimentais, em todos os campos onde possamos estar em dúvida e que precisamos de um direcionamento correto, mesmo que este por algum motivo não nos favoreça.
Sua energia eólica (ar) é imprescindível à saúde mental e emocional para nos dar o sentido correto de nosso caminho, de nossa missão traçada no plano espiritual. Com seu movimento e direcionamento nos abrimos ao novo, sabendo que caminho tomar nas questões do dia a dia, na busca de soluções rápidas, usando a inteligência de forma criativa para soluções de nossos problemas. Ela é o impulso do movimento universal, movimento em espiral que sobe e se relaciona com tudo. É o Orixá do tempo, atua em todas as dimensões e em todos os elementos, nas pedreiras, no mar, nas cachoeiras e nos ventos, envolvendo todos os sentidos e direções, relacionando-se com todos esses elementos naturais: a água, sob a forma de chuva, de tempestade; o ar, sob a forma do vento da tempestade, que arranca árvores, derruba casas.
Conta outra lenda que foi o vento de Iansã que espalhou as plantas medicinais, anteriormente guardadas pro OSSAIN (Orixá) numa cabaça. Ligada à floresta, ela se transforma num búfalo, cervo ou elefante. Propicia a caça abundante. Mas sua essência é o movimento e o fogo, é o Orixá do raio que desencadeia o incêndio que tanto pode destruir como renovar para que nova vida surja mais vigorosa. Esta relação com o movimento e o fogo faz de Iansã uma divindade que aquece e ascende os sentidos do sexo, do amor, do desejo, das paixões, do ciúme, da sensualidade.
Iansã comanda a falange dos boiadeiros e dos baianos.
É festejada em 04 de dezembro, sendo sincretizada com Santa Bárbara. Seu dia é quarta-feira, sua cor na Umbanda é o amarelo. Sua erva é a folha de bambu, suas flores são as palmas e rosas amarelas. Os banhos de seus filhos são com espada de Santa Bárbara, folhas de bambu, folhas de pitangueira, cordão de frade, gerânio, angélica, cipó cruz, carobinha, capim santo, espinheira santa. Seus Instrumentos: Erexim (chicote com crina de cavalo para espantar os eguns), punhal ou espada curta (com lâmina em forma de raio), taça.
As filhas de Iansã são dotadas de talentos e serão as mais feridas por seus semelhantes, pois ficam muito expostas por serem muito transparentes. Vivem por suas idéias e seus ideais, são obstinadas, aguerridas, são extrovertidas, rápidas como o vento em seus pensamentos e ações, não fogem de demandas, são destemidas e também um pouco inconseqüentes. Tem grande senso de justiça, não temem o perigo. São impulsivas, lutam contra o preconceito, os hipócritas, combatem as injustiças. São donas de uma sensualidade exuberante. Seu lado negativo é o fato de não admitir seus erros. Quando erra se sente fragilizada, tem dificuldade de pedir perdão e para se sentir redimida do erro, usam de justificativas não justificáveis. Não gosta de ser contestada, contrariada, de sentir-se pressionada e desrespeitada. São amigas de todas as horas. Mostram-se sempre fortes e se cobram muito.
Texto preparado e redigido por Rossana Di Natale com a colaboração de Carlos Feitosa, Médiuns do Templo Espiritual de Umbanda Caboclo Pena Verde.
“Os elementos regidos por Iansã, o vento, as chuvas e os raios, representam a sua força, seu poder, sua sabedoria e sua energia. São os ventos que levam das árvores as folhas velhas, é ele que faz o fruto maduro cair do pé e é esse mesmo vento que, depois que o fruto se abre, espalha as sementes. São as chuvas que mantém a água do mundo em movimento, é através dela que a água que evapora da terra pela energia dos raios de luz retorna a Terra. Através dos raios, traz toda sua energia a terra, e sua força é capaz de modificar relevos, dividindo montanhas e terras, mudando a forma como sempre foi. Essa é a força de Iansã e é com sua luz e estímulo que espíritos conseguem afastar deles tudo aquilo que não serve mais e faz todo o aprendizado dessa vida dar os frutos, amadurecer e dividir com outros. Ela mantém o movimento e a renovação constante da energia como as águas das chuvas e consegue remodelar até o mais antigo espírito.”
Palavras proferida pela Cabocla Jurema através da Médium Renata G Costa, do Templo Espiritual de Umbanda Caboclo Pena Verde.

ESTE ARTIGO VEIO DAQUI:
http://www.caboclopenaverde.com.br/index.php/tema-da-semana/138-iansa-orixa-das-chuvas-dos-ventos-e-dos-raios
ACHO IMPORTANTE PARTILHAR ESTES TEXTOS ESCLARECEDORES PARA QUE VCS TENHAM CONHECIMENTO DA ATUAÇÃO DE CADA ORIXÁ.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

IANSÃ



Deusa da espada de fogo, Dona das paixões, Iansã é a Rainha dos raios, dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. Orixá do fogo, guerreira e poderosa. Mãe dos eguns, guia dos espíritos desencarnados, Senhora dos cemitérios.
Não é muito difícil depararmo-nos com a força da Natureza denominada Iansã (ou Oyá). Convivemos com ela, diariamente.
Iansã é o vento, a brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.
Oyá é o raio, a beleza deste fenômeno natural. É o seu poder. É a eletricidade. Iansã está presente no ato simples de acendermos uma lâmpada ou uma vela. Ela é o choque elétrico, a energia que gera o funcionamento de rádios, televisões, máquinas e outros aparelhos. Iansã é a energia viva, pulsante, vibrante.
Sentimos Iansã nos ventos fortes, nos deslocamentos dos objetos sem vida. Orixá da provocação e do ciúme.
Iansã também é a paixão. Paixão violenta, que corrói, que cria sentimentos de loucura, que cria desejo de possuir, o desejo sexual. É a volúpia, o clímax, o orgasmo do homem e da mulher. Ela é o desejo incontido, o sentimento mais forte que a razão. A frase “estou apaixonado” tem a presença e a regência de Iansã, que é o Orixá que faz nossos corações baterem com mais força e cria em nossas mentes os sentimentos mais profundos, abusados, ousados e desesperados. É o ciúmes doentio, a inveja suave, o fascínio enlouquecido. É a paixão, propriamente dita.
Iansã é a disputa pelo ser amado. É a falta de medo das conseqüências de um ato impensado, no campo amoroso. É até mesmo a vontade de trair, de amar livremente. Iansã rege o amor forte, violento.
Oyá é também a senhora dos espíritos dos mortos, dos eguns, como se diz no Candomblé. É ela que servirá de guia, ao lado de Obaluaê, para aquele espírito que se desprendeu do corpo. É ela que indicará o caminho a ser percorrido por aquela alma.
Iansã é a deusa dos cemitérios. Ela é a regente, juntamente com Omulu (ou Obaluaê), dos Campos Santos, pois comanda a falange dos eguns. Comanda também a falange dos Boiadeiros, encantados que são cultuados nas casas de Nação de Angola. Ela é sua rainha.
Como deus dos mortos, Iansã carrega consigo o eruxin, feito com rabo de cavalo, para impor respeito aos eguns, bem como a espada flamejante, que faz dela a guerreira do fogo.
É, sem dúvida, o Orixá mais popular e a mais querida no Candomblé.

Mitologia

Embora tenha sido esposa de Xangô, Iansã percorreu vários reinos e conviveu com vários reis. Foi paixão de Ogum, de Oxaguiam, de Exu, Conviveu e seduziu Oxossi, Logun-Edé e tentou, em vão, relacionar-se com Obaluaê. Sobre este assunto, a história  conta que Iansã  percorreu vários reinos usando sua inteligência, astúcia e sedução para aprender de tudo e conhecer igualmente a tudo.
Em Ire, terra de Ogum, foi  a grande paixão do guerreiro. Aprendeu com ele o manuseio da espada e ganho deste o direito de usá-la. No auge da paixão Ogum , Iansã partiu, indo para Oxogbô, terra de Oxaguian. Conviveu e aprendeu o uso do escudo para se proteger de ataques inimigos, recebendo de Oxaguian o direito de usá-lo. Quando Oxaguian estava tomado pe paixão por Oyá, ela partiu.
Pelas estradas deparou-se com Exu. Com ele se relacionou e aprendeu os mistérios do fogo e da magia. No reino de Oxossi, seduziu o deus da caça, mesmo com os avisos de sua mulher, Oxum, que avisara ao marido do perigo dos encantos de Iansã. Todavia, com Oxossi, Oyá aprendeu a caçar, a tirar a pele do búfalo  e se transformar naquele animal, com a ajuda da magia aprendida com Exu. Seduziu o jovem Logun-edé , filho de Oxossi e Oxum e com ele aprendeu a pescar.
Iansã  partiu, então, para o reino de Obaluaê, pois queria descobrir seus mistérios e até mesmo conhecer seu rosto (conhecido apenas por Nanã – sua mãe – e Iemanjá, mãe de criação). Uma vez chegando ao reino de Obaluaê, Iansã  tratou de insinuar-se:
- Como vai o Senhor das Chagas?
No que Obaluaê respondeu:
- O que Oyá quer em meu reino?
- Ser sua amiga, conhecer e aprender, somente isso. E para provar minha amizade, dançarei para você a dança dos ventos!
(Dança que, por sinal, Iansã usou para seduzir reis como Oxossi, Oxaguian e Ogum).
Durante horas Iansã dançou, sem emocionar ou, sequer, atrair a atenção de Obaluaê. Incapaz de seduzir Obaluaê, que jamais se relacionou com ninguém, Iansã  então procurou apenas aprender, fosse o que fosse. Assim, dirigiu-se ao homem da palha;
- Obaluaê, com Ogum aprendi a usar a espada; com Oxaguian, o escudo; com Oxossi aprendi a caçar; com logun-edé a pescar; com Exu aprendi os mistérios do fogo. Falta-me apenas aprender algo contigo.
- Você quer aprender mesmo, Oyá? Então, ensinar-lhe como tratar dos mortos!
De inicio Iansã  relutou, mas seu desejo de aprender foi mais forte e, com Obaluaê, aprendeu a conviver com os eguns e controlá-los.
Partiu, então Oyá, para o reino de Xangô. Lá, acreditava, teria o mais vaidoso dos reis e aprenderia a viver ricamente. Mas, ao chegar ao reino do deus do trovão, Iansã aprendeu muito mais que isso... aprendeu a amar verdadeiramente e com um paixão violenta, pois Xangô dividiu com ela os poderes do raio e deu a ela o seu coração.

O fogo é o elemento básico de Iansã. O fogo das paixões, o fogo a alegria, o fogo que queima. Iansã é o Orixá do fogo...
E aquele que dão uma conotação de vulgaridade a essa belíssima e importantíssima divindade africana, é digna de pena e mais digna, ainda, do perdão de Iansã.

Dados
Dia: quarta feira
Data: 4 de Dezembro
Metal: Cobre
Cor: Marrom
Partes do corpo: fígado e o sangue.
Comida: acarajé, abará.
Arquétipo: É de pessoas audaciosas, poderosas e autoritárias, pessoas que podem ser fieis, de uma lealdade absoluta em certas circunstancias, mas que em moutros momentos, quando contrariadas em seus projetos e empreendimentos, deixam-se levar pelas manifestações da mais extrema cólera. Pessoas, enfim, cujos temperamentos sensual e voluptuosos podem levá-las a aventuras amorosas extra conjugais, múltiplas e freqüente, sem reservas de decência, mas que não as impedem de continuarem muito ciumentas com seus parceiros por elas mesma enganados.
Símbolos: espada de cobre e o eru  (rabo de boi ou de búfalo)

FONTE:
http://reinodemamaeoxumeobaluaeomuluogum.blogspot.com.br/2012/08/iansa.html


IANSÃ


Mãe Iansã é a Divindade que está assentada na Linha da Lei, onde atua de forma ativa para absorver os desequilíbrios cometidos no campo da Lei e da Justiça Divinas e reconduzir os seres ao equilíbrio.
A Divindade Iansã é a qualidade Direcionadora de Deus (Olorum), que atua de forma permanente em toda a Criação para que tudo e todos possam evoluir. Tudo na Criação Divina é direcionado para um caminho de evolução.
Enquanto Pai Ogum é o aspecto fixo da Lei, a irradiar continuamente as Vibrações Divinas da Lei Maior e com elas amparando e sustentando a tudo e todos de forma passiva (sem forçar ninguém), Mãe Iansã é o aspecto móvel da Lei, que entra em ação para corrigir os desvirtuamentos dos seres neste Sentido da Vida e recolocá-los no caminho reto, de modo que também a Justiça Divina seja obedecida e aplicada. Pois quando a Lei não é cumprida, a Justiça também é desrespeitada. Iansã pune quem desvirtua ou se aproveita dessas Qualidades Divinas com más intenções.
Seu campo preferencial de atuação é o emocional dos seres. Como Divindade Direcionadora e Movimentadora, Mãe Iansã retira os seres de um caminho de estagnação evolutiva (provocada por seus desequilíbrios emocionais) e ajuda a encaminhá-los, cortando os seus excessos emocionais e colocando-os no caminho correto a seguir.
Além de corrigir excessos no campo da Lei e da Justiça, Yansã é o Orixá que dá amparo àqueles que vivem em obediência à Lei e à Justiça Maiores, protegendo-os e combatendo as injustiças que estejam enfrentando. Sua atuação é ativa, mobilizadora e emocional, mas não é inconseqüente ou emotiva, porque Ela é o Sentido da Lei, e a Lei não é apenas punidora, mas também direcionadora.

Irradiação: Lei/Direcionamento
Campo de atuação: Movimentadora e Ordenadora
Elementos: Ar
Cores: Amarelo ou também o vermelho
Data comemorativa: 04 de dezembro
Dia da semana: Quarta-feira
Sincretismo: Santa Bárbara e Santa Brígida

domingo, 4 de dezembro de 2016

SARAVÁ IANSÃ! EPARRÊI BELA OYÁ!


BOA TARDE MENINAS E MENINOS!

Que Mãe Iansã, com seus ventos, possa levar de nossas vidas toda e qualquer negatividade.

Que nos envolva com os ventos da prosperidade, do fortalecimento, da conscientização e da renovação, que seu trabalho de corte de demandas, possa antes de tudo, cortar de nós  a cegueira que nos aprisiona em estados mentais onde deixamos de ver o quanto à vida é bela e o quanto nos negligenciamos, e que acabamos assim, sendo os maiores causadores de todo mal que possa nos atingir.

Venta ao redor de cada um de nós mãe Iansã: limpa, renova, transforma! 

Esgota nosso negativo, nos amplia a mente para podermos perceber que o vento, o tempo, são elementos que podem trabalhar a nosso favor, se nós estivermos dispostos também a sermos vento de renovação.

Muitos ainda permanecem encarcerados em seus medos, bloqueios, cegueiras e vários níveis de inconsciência que os levam a sofrimentos causados sempre por eles mesmos. Que Olurum lhe permita ventar hoje na vida de cada um destes filhos que precisam do seu axé e que a Senhora esgote na vida de cada um estes sofrimentos, trazendo uma brisa de esperança, fé e amor para cada um que se sintonizar com seus ventos e seu axé!

GRATIDÃO por cada vento transformador deste ano de 2016. A cada ano eu tenho mais alegrias e não posso deixar de ser grata à todo o Universo, à cada Orixá e poder da criação! Que esta gratidão possa se estender à todos vcs e que vcs sejam gratos pelas transformações sofridas este ano, pq sejam elas quais forem, sempre existem para nosso crescimento e evolução!

Agradecendo também a Iansã, especialmente por estas duas ventanias que tenho ao meu lado: Bibi e Cida de Iansã, a dona desta voz!

 


EPARRÊI BELA OYÁ!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

QUEM É IANSÃ?



Iansã é a aplicadora da Lei na vida dos seres emocionados pelos vícios. Seus campo preferencial de atuação é o emocional dos seres: ela os esgota e os redireciona, abrindo-lhes novos campos por onde evoluirão de forma menos “emocional”.

 Iansã, em seu primeiro elemento é ar e forma com Ogum um par energético onde ele rege o polo positivo e é passivo pois suas irradiações magnéticas são retas. lansã é negativa e ativa, e suas irradiações magnéticas são circulares ou espiraladas.

Observem que Iansã se irradia de formas diferentes: é cósmica (ativa) e é o Orixá que ocupa o polo negativo da linha elemental pura do ar, onde polariza com Ogum. Já em seu segundo elemento ela polariza com Xangô e atua como o polo ativo da linha da Justiça, que é uma das sete irradiações divinas.

Na linha da Justiça, Iansã é seu aspecto móvel e Xangô é seu aspecto assentado ou imutável, pois ela atua na transformação dos seres através de seus magnetismos negativos.

Iansã aplica a Lei nos campos da Justiça e é extremamente ativa. Uma de suas atribuições é colher os seres fora-da-Lei e, com um de seus magnetismos, alterar todo o seu emocional, mental e consciência, para, só então, redirecioná-lo numa outra linha de evolução, que o aquietará e facilitará sua caminhada pela linha reta da evolução.

As energias irradiadas por Iansã densificam o mental, diminuindo seu magnetismo e estimulam o emocional, acelerando suas vibrações.

Com isso, o ser se torna mais emotivo e mais facilmente é redirecionado. Mas quando não é possível reconduzi-lo à linha reta da evolução, então uma de suas sete intermediárias cósmicas, que atuam em seus aspectos negativos, paralisam o ser e o retém em um dos campos de esgotamento mental, emocional e energético, até que ele tenha sido esgotado de seu negativismo e tenha descarregado todo o seu emocional desvirtuado e viciado.

Sete atuam junto aos polos magnéticos irradiantes e auxiliam os orixás regentes dos polos positivos, onde entram como aplicadoras da Lei segundo os princípios da Justiça Divina, recorrendo aos aspectos positivos da Orixá Planetária Iansã.

São vinte e uma Orixás lansãs intermediárias aplicadoras da Lei nas Sete Linhas de Umbanda.

Como seus campos preferenciais de atuação são os religiosos, não é de se estranhar que nossa amada mãe Iansã intermediária para a linha da Fé nos campos do Tempo seja confundida com a própria Oiá, já que é ela quem envia ao tempo os eguns fora-da-Lei no campo da religiosidade.

Iansã do Tempo, não tenham dúvidas, tem um vasto campo de ação e colhe os espíritos desvirtuados nas coisas da Fé, enviando-os ao Tempo onde serão esgotados. Mas, não tenham dúvidas, antes ela tenta reequilibrá-los e redirecioná-los, só optando por enviá-los a um campo onde o magnetismo os esvazia quando vê que um esgotamento total em todos os sete sentidos é necessário. E isto o Tempo faz muito bem!

Já Iansã Bale, do Bale, ou das Almas, é outra intermediária de nossa mãe maior lansã que é muito solicitada e muito conhecida, porque atua preferencialmente sobre os espíritos que desvirtuam os princípios da Lei que dão sustentação à vida e, como vida é geração e Omulu atua no polo negativo da linha da Geração, então ela envia aos domínios de Tatá Omulu todos os espíritos que atentaram contra a vida de seus semelhantes ao desvirtuarem os princípios da Lei e da Justiça Divina.

Logo, seu campo escuro localiza-se nos domínios do Orixá Omulu, que rege sobre o lado de “baixo” do campo santo.

Mas também são muito conhecidas as Iansãs intermediárias Sete Pedreiras, dos Raios, do Mar, das Cachoeiras e dos Ventos (Iansã pura). As outras assumem os nomes dos elementos que lhes chegam através das irradiações inclinadas dos outros orixás, quando surgem as Iansãs irradiantes e multicoloridas. Temos:

• uma Iansã do Ar;

• uma Iansã Cristalina;

• uma lansã Mineral;

• uma Iansã Vegetal;

• uma lansã Ígnea;

• uma lansã Telúrica;

• uma lansã Aquática.

Bom, só por esta amostra dos múltiplos aspectos de nossa amada regente feminina do ar, já deu para se ter uma ideia do imenso campo de ação do mistério “Iansã”.

O fato é que ela aplica a Lei nos campos da Justiça Divina e transforma os seres desequilibrados com suas irradiações espiraladas, que o fazem girar até que tenham descarregado seus emocionais desvirtuados e consciências desordenadas!

 Não vamos nos alongar mais, pois muito já foi dito e escrito sobre a “Senhora dos Ventos”.

As Filhas de Iansã*

As filhas de Iansã são emotivas e se não se impõem, revoltam-se e abandonam quem não submete-se a elas e logo estão estabelecendo novas ligações...onde se imporão;

As filhas de Iansã, no negativo, são apaixonadas, bravas, emotivas, de pavio curto, falantes, briguentas, intolerantes, não perdoam quem as magoa e são explosivas. Já no positivo, são envolventes, risonhas, alegres, amorosas, mas sem pieguice, possessivas com os seus, amigas e expeditas, ágeis no pensar e no falar, objetivas, lutadoras e líderes natas;

As filhas de Iansã apreciam festas, pessoas falantes e alegres, ambientes alegres e multicoloridos, viagens a passeio, homens envolventes, trabalhos agitados. Não apreciam homens introvertidos, reuniões monótonas, amizades egoístas, ambientes conservadores, trabalhos ou deveres monótonos, comidas pesadas, roupas sóbrias, a “prisão” da vida doméstica, a repetição das mesmas coisas no seu dia-a-dia;

Bem, vamos parar por aqui, senão continuaremos a listar características cada vez mais íntimas das filhas de Iansã.

Podemos acrescentar apenas que as filhas de Iansã são muito seletivas e só se apaixonam de fato se o homem for muito envolvente. Do contrário, assim como os atrai os dispensa com uma rapidez impressionante.

Saibam que:

- na Astrologia, as filhas de Iansã são regidas pelo Sol;

- na Numerologia, Iansã é o número 13;

- nos elementos, Iansã é o vendaval, que desaba e a ventania que faz tudo balançar;

- na irradiação da Lei, Iansã é a Lei atuando no sentido de redirecionar os seres que se desequilibraram;

- na fé, Iansã é a novidade que a renova na mente e no coração dos seres;

- na vida, Iansã é a busca de melhores condições de vida para os seres;

- na criação divina, Iansã é a busca de adaptação do ser ao meio onde vive.

FONTE: Texto extraído do livro “Gênese Divina de Umbanda Sagrada”, de Rubens Saraceni.

CALENDÁRIO DE MAGIAS DE AGOSTO DE 2026

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