- Oxóssi irradia o conhecimento e Obá o concentra.
- Oxóssi estimula e Obá anula.
- Oxóssi vibra conhecimento e Obá absorve as irradiações desordenadas dos seres regidos pelos mistérios do Conhecimento.
- Oxóssi é vegetal e Obá é telúrica.
- Oxóssi é de magnetismo irradiante e Obá é de magnetismo absorvente.
- Oxóssi está nos vegetais e Obá está em sua raiz, como a terra fértil onde eles crescem e se multiplicam.
- Oxóssi é o raciocínio arguto e Obá é o racional concentrador.
- Oxóssi é a busca, é a procura, é a curiosidade, é o movimento contínuo na evolução dos seres na apresentação de novos conhecimentos, de novos horizontes, etc.
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
OXÓSSI
domingo, 25 de janeiro de 2026
OXÓSSI E A JAQUEIRA
A jaqueira (Apáòká) é a árvore sagrada de Oxóssi, orixá da
caça e da fartura, representando sua ligação com as matas, nutrição e
antepassados. Considerada a "mãe" ou refúgio de Oxóssi, a jaqueira
fornece o sustento e abriga o caçador, sendo central no culto a esta divindade,
que garante a fartura e o progresso.
Conexão Sagrada: A Apáòká não é apenas uma árvore, mas um
símbolo de sustentação e ancestralidade para Oxóssi, que vive na floresta.
Mito da Jaqueira: Algumas lendas trazem a jaqueira como a
árvore onde Oxóssi se alimentou ou até mesmo como sua "mãe" em
determinados contextos míticos.
O Caçador e a Árvore: Como orixá das matas, Oxóssi domina a
fauna e a flora, e a jaqueira representa seu domínio, a energia vital da
natureza e a abundância que ele provê.
Significado: Ela representa a força e o cuidado das mães
espirituais, oferecendo frutos e proteção, assim como Oxóssi protege seus
filhos.
Essa ligação reforça o papel de Oxóssi como provedor e sua
profunda conexão com a natureza e o ambiente florestal.
Ajèonipapo ou Odé Onipapo, é o Odé que tem ligação direta com as Iyamis. Os antigos ensinavam que quando esse Odé se apresentava no jogo, assentava-se e fazia oferendas as Iyamís, só depois de 21 dias no mínimo, voltava a jogar aos pés de Onipapo. Oyá, Oxun e Ogun fazem parte do seu enredo. Todo cuidado é pouco com esse Odé , é muito arredio e foge. Dizem que suas roupas são cheias de uma especie de mariwo bem trançado...... Odé Oní Pápò ou Ajénipápò é um antigo Odé ligado a Oxun Ijímu e tem enredos com as Iyamís. Sua liturgia é bem simples porém de completa retidão e seriedade.
https://ciganosencantados.blogspot.com/2026/01/banho-com-folha-de-jaca.html
domingo, 11 de janeiro de 2026
REGENTES DE 2026
terça-feira, 25 de novembro de 2025
OBÁ XIRÊ!
OBÁ: A deusa que vence qualquer batalha!
Deusa guerreira e justiceira, que pune os homens que maltratam mulheres, seguindo sua conhecida mitologia como uma Orixá africana.
Por Iêda Vilas-Bôas – Reinaldo Bueno Filho
É reconhecida dentro da fé por atuar na busca pelo equilíbrio e defender a justiça, sempre e, ainda primeiro, protegendo as mulheres. Seu nome homenageia o importante rio Oba, na Nigéria. Existe um lado que conta que ela foi a primeira esposa de Xangô, outro Orixá conhecido por ser justiceiro.
É a energia flecheira de mulher, caçadora, valente e guerreira, usa escudo, arco e flecha (no Candomblé chamado de Ofá) e é a dona da energia de todas as armas.
Obá representa as águas doces revoltas dos rios. As pororocas, as águas fortes, o lugar das quedas, as enchentes e o burburinho das águas são considerados domínios de energia, de luta e de vitória de Obá. É a guerreira que encanta, como as águas, e que tudo supera e vence, também como as águas.
Ela também controla o barro, água parada, lama, lodo. Trabalha junto com Nanã. De certo modo representa também a força do vento pela forma de atuação deste na planície de águas. Representa também o aspecto dual e andrógeno de gênero representado em mulheres (fisicamente).
Além do mais, é farta e rege a transformação dos alimentos de crus em cozidos. Neste aspecto, Obá é considerada a Rainha da cozinha e simbolicamente representa a maleabilidade da transformação. O vapor sempre foi um elemento poderoso de energia, a magia da água a queimar transforma.
É também a dona da roda. É ela quem faz a limpeza da gira com sua força e aura dada pelo seu rodar. Obá representa uma energia feminina temida e forte, que encanta e vence a guerra; considerada mais forte que muitos Orixás masculinos – a considerar a mitologia e os estereótipos carregados nela.
Segundo as lendas, Obá lutou contra inúmeros Orixás, derrotando vários deles, como Exú, Oxóssi, Obatalá, Oxumarê, Omolú e Orunmilá, e tornou-se respeitada por todos os deuses.
Apenas uma batalha teria um final diferente do suposto: a que foi travada contra Obá por Ogum. Este vencera a deusa guerreira, mas após a luta, admirando sua destreza, força e poder, tomou-se de perdidos amores por ela e se tornaram esposos.
Um dia houve em que Ogum teve de lutar contra Xangô, e Obá, ao ver o lutar magistral de Xangô, encantou-se pelo oponente de seu esposo. Teve de ouvir seu coração e se entregar a Xangô. Aos olhos de Obá, Xangô era parceiro perfeito e ideal e par a par: ele era tudo o que ela também era para si, em outro. Dessa união e desmedido amor nasceu Opará, que é sintetizada como Oxum.
Obá era a líder de culto nos arredores da cidade de Elékò (atual cidade de Lagos, Nigéria). Uma sociedade restrita, onde apenas mulheres podiam participar dos rituais. Obá foi fundadora dessa sociedade que cultuava a ancestralidade feminina individual. Nenhum homem poderia sequer assistir ao ritual do segredo, sob o risco de ser punido por Obá com a perda da própria vida.
Um dia, Xangô ouviu o gargalhar e murmurinho de mulheres e se aproximou para ver a cena. Percebeu que era um ritual conduzido pela enérgica Obá e imediatamente encantou-se com a beleza madura e rara de Obá.
Naquele envolvimento mágico, Xangô foi pego de surpresa pelas mulheres e levado à presença da Orixá Obá.
Obá comunicou a Xangô que ele havia cometido falta grave ao espiar o segredo do Elekô e que sua punição seria com sua morte, mas ao ver aquele guerreiro com olhos de puro amor, justa, pois ao coração, deu-se novas regras: o homem que violasse a reunião das mulheres deveria se casar com a líder ou aceitar a pena de morte. Conta-se que essa teria sido a causa perdida da guerra entre Ogum e Xangô: o coração de Obá.
Obá é a própria representação da fúria que quando despertada transborda, agitando-se inteira. É a senhora da sociedade Elekô. É a Orixá do mistério e do segredo. É o que se sabe, pois.
É cultuada como a grande Deusa protetora do poder e do sagrado feminino ancestral. É a protetora das mulheres que buscam por força e proteção, pois ela é a mãe que entende as dores do coração e age com destemida valentia para corrigir injustiças.
Obá, a representante suprema da descendência feminina, é festejada nas religiões de matriz africana do Brasil no dia 30 de maio (sincretizada com Joana D'arc), e também dia 25 de novembro (sincretizada com Santa Catarina) . O dia da semana dedicado a ela é quarta-feira, exerce seu domínio no amor e sucesso profissional. Recebe como oferenda: acarajé, aberém, feijão fradinho, amalá (caruru de quiabos) e várias sortes de folhas e aparatos de luta.
No sincretismo religioso, Obá corresponde a Santa Joana D’Arc, ambas representam mulheres de força, guerreiras que lutaram e defenderam o que acreditavam, sem se importarem com os olhares opressores e com as opiniões alheias.
Neste período em que temos de lutar contra injustiças, incertezas, perda de direitos, racismo, genocídio, doenças e tantas perturbações, podemos evocar seu arquétipo de força e energia, para que Obá nos ajude a vencer qualquer batalha.
Obá Xirê! (Rainha Poderosa!)
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
OXAGUIÃ!!
Depois disto o estacionamento se enchia de mesinhas, parecia mesmo ser um evento e depois várias pessoas sentavam nas mesas. Eu continuava falando e a mulherada a volta me olhava com espanto, mas ninguém se manifestava. Eu falava com eloquência e sabedoria e eu percebia que elas se surpreendiam, mas eu falava como se fosse com alguma cliente pelo celular.
Bíblia: É um símbolo da vida eterna
dada por Deus, com suas folhas servindo para a cura das nações e sua presença
sendo prometida aos fiéis no Apocalipse.
Cabala: A árvore é lida de cima para
baixo para explicar a criação, e de baixo para cima para mostrar a evolução
espiritual humana.
O FRUTO DA ÁRVORE DA VIDA:
Na Bíblia
Gênesis: O fruto da árvore da vida
concedia vida eterna. Após a desobediência de Adão e Eva, Deus os expulsou do
Jardim do Éden para impedir que comessem dele e vivessem para sempre em um
estado de impureza.
Apocalipse: É mencionado que a árvore
da vida estará novamente no Paraíso de Deus, produzindo doze frutos por mês e
suas folhas servirão para a cura das nações. A passagem também afirma que a
entrada para comer do fruto da árvore da vida é dada àqueles que lavam suas
vestes.
Interpretações teológicas: Na teologia cristã, o fruto da árvore da vida também pode ser interpretado como o próprio Cristo, o corpo e o sangue de Cristo (Eucaristia), ou o amor de Deus, como explica o site Wikipedia.
No Candomblé e na Umbanda, a
"Árvore da Vida" está diretamente ligada ao Orixá Irôko, e não
especificamente a Oxaguiã.
Irôko é a divindade associada à
gameleira-branca, que é considerada a árvore sagrada por excelência,
simbolizando a ancestralidade e o tempo. É a ponte entre o Ayê (terra) e o Orum
(céu), sendo a primeira árvore plantada, através da qual os Orixás desceram ao
mundo.
Oxaguiã é o Orixá jovem, guerreiro e
dinâmico, associado ao progresso, à inovação e ao inhame pilado (seu alimento
favorito, o alapá). Embora ele não seja a "Árvore da Vida", ele rege
a cabeça e está ligado a qualidades como coragem, determinação e a capacidade
de reconstrução e superação.
Portanto, a relação entre Oxaguiã e a
"Árvore da Vida" (Irôko) é indireta, no sentido de que ambos fazem
parte do mesmo panteão e sistema de crenças, mas cada um possui domínios e
simbolismos distintos:
Irôko: A própria árvore sagrada,
símbolo do tempo, ancestralidade e a conexão entre os mundos.
Oxaguiã: O Orixá do movimento, da
inovação, que traz coragem para as lutas diárias e o progresso contínuo.
Oxaguiã atua em nossas vidas regendo a sabedoria, a estratégia e a luta pela justiça e pelo progresso contínuo. Como um orixá jovem e guerreiro, ele simboliza a busca pela paz por meio da conquista e do esforço.
Seus domínios e influências
principais incluem:
Coragem e Determinação: Oxaguiã
aumenta nossa força interior para enfrentar desafios e lutar por nossos
objetivos.
Estratégia e Sabedoria: Ele nos
inspira a usar a inteligência e a estratégia para vencer as batalhas da vida,
em vez de apenas força bruta.
Justiça e Paz: A luta de Oxaguiã é
pela justiça e pela instauração da paz, não pela violência em si, mas pelo
equilíbrio que vem após uma conquista justa.
Progresso e Reconstrução: Ele está
ligado ao progresso contínuo, à capacidade de reconstruir e de garantir a
sobrevivência e o bem-estar da comunidade.
Sustento e Fartura: Conhecido por ter
lutado para trazer o inhame (alimento sagrado) para a humanidade, ele está
associado à nutrição e à prosperidade.
Conciliação: Apesar de ser um
guerreiro, ele também tem o poder de conciliação, ajudando a dissolver
conflitos e a promover a união.
Em essência, Oxaguiã nos ensina a importância da perseverança e do empenho para alcançar uma vida mais justa, próspera e equilibrada, usando a cabeça (sabedoria e estratégia) e o coração (coragem e justiça) em nossas jornadas diárias.
terça-feira, 26 de agosto de 2025
ORI Ô!
Ori é um importante conceito metafísico espiritual e mitológico para os iorubás, identificado no jogo do merindilogum pelo odu ossá e representado materialmente pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado ibá de Ori.
Ori, palavra da língua iorubá que significa literalmente cabeça, refere-se a uma intuição espiritual e destino. Ori é o Orixá pessoal, em toda a sua força e grandeza. Ori é o primeiro Orixá a ser louvado, representação particular da existência individualizada (a essência real do ser). É aquele que guia, acompanha e ajuda a pessoa desde antes do nascimento, durante toda vida e após a morte, referenciando sua caminhada e a assistindo no cumprimento de seu destino.
Ori em iorubá tem muitos significados - o sentido literal é cabeça física, símbolo da cabeça interior (Ori Inu). Espiritualmente, a cabeça como o ponto mais alto (ou superior) do corpo humano representa o Ori, não existe um Orixá que apoie mais o homem do que o seu próprio Ori.
Enquanto orixá pessoal de cada ser humano, com certeza ele está mais interessado na realização e na felicidade de cada homem do que qualquer outro Orixá. Da mesma forma, mais do que qualquer um, ele conhece as necessidades de cada homem em sua caminhada pela vida e, nos acertos e desacertos de cada um, tem os recursos adequados e todos os indicadores que permitem a reorganização dos sistemas pessoais referentes a cada ser humano.
Obatalá é o responsável pela criação da cabeça propriamente dita, enquanto Ajalá é responsável pela modelação da parte da cabeça ligada ao destino. Acredita-se que o Ori e o Odu - signo regente de seu destino que escolhemos, determina nossa fortuna ou atribulações na vida. O trabalho árduo trará, ao homem afortunado em sua escolha, excelentes resultados, já que nada é necessário despender para reparar a própria cabeça. Assim, para usufruir o sucesso potencial que a escolha de um bom Ori acarreta, o homem deve trabalhar arduamente. Aqueles, entretanto que escolheram um mau Ori têm poucas esperanças de progresso, ainda que passem o tempo todo se esforçando. O Ori, entidade parcialmente independente, considerado uma divindade em si próprio, é cultuado entre outras divindades, recebendo oferendas boris, e orações, Ori é o protetor do homem antes das divindades.
O assentamento de Ori na cultura tradicional iorubá, é composta por uma representação externa (orí ode) enfeitada com muitos búzios, e outra interna (orí inú) também composta por búzios. O sentido filosófico deste assentamento é muito complexo, representando não apenas a cabeça física e espiritual, mas também o destino, estando intimamente ligado à ancestralidade da pessoa.
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Desenvolvi uma teoria particular, que o fio de prata está para o corpo físico, assim como o fio de ouro está para nosso corpo mental/espiritual. Exatamente como aparece aí no áudio que peguei emprestado do Youtube mas que logo vou ver se coloco no meu canal para não perder. Pq não sei o que acontece, que eu uso o áudio que já existe pq me identifico e serve para o todo, e não para copiar quem quer que seja. Mas sei lá pq, o canal as vzs acaba ou a pessoa exclui o vídeo ou áudio, aí a postagem fica capenga! rsrs
Então fica a sugestão: eu tive intuição quando ouvia esta música e já venho fazendo isto. Quando acordo, ainda na cama, escuto esta música e vou fazendo meus agradecimentos e minhas rezas. Já deixo no esquema uma velinha destas pqnas, de 4 horas (estou usando até agora as verdes - eu já tinha aqui) e quando acendo esta vela eu digo: estou acendendo a minha luz! Gente que diferença, se acenda! Assim vc reforça sua energia e começa o dia revigorado, mesmo que não esteja bem, crie o hábito e verá a diferença! Vamos que vamos!
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
OMULÚ
Orixá ganha seu capuz de palha feito por Ogum, que percebe que Omulú não quer aparecer em uma festa dos Orixás devido suas feridas. Omulú se tornou o Orixá das doenças e da cura que aprendeu com Oxalá e Iemanjá.
Devido à sua infância e problemas com sua imagem, Omulu é bastante reservado e rigoroso.
Omulú é o médico dos Orixás, o senhor da cura das chagas e de outras moléstias. Por outro lado, é o Orixá soturno e perigoso, dono das doenças epidêmicas. É uma divindade da terra, tanto do solo quanto do subsolo.
Orixá da morte
Obaluaiê liga-se ao mistério da morte, à terra para onde voltarão os corpos e aos segredos da vida após a grande partida. Já sob a forma de Omulú, exerce o papel de guardião dos que deixam a vida. Nesse poder de transformação dos corpos é que está a doença e seu oposto: a cura.
Nos terreiros
A dança de Omulú tem ritmo lento e é chamada de opanijé. Um pé deve estar fincado no chão, enquanto o outro toca o solo de leve, demonstrando aflição e inquietação.
Dança-se curvado(a) para a frente, próximo ao chão, imitando o sofrimento e os tremores de quem está enfrentando a febre.
O Orixá se veste com tecidos pesados, junto de florões. Sobre a roupa, usa uma saia bem comprida feita de palha-da-costa desfiada. Esse é o mesmo material de que é feito o azé, o capuz que leva sobre a cabeça e que vai até os joelhos, bordado com búzios e grandes miçangas com suas cores principais: branco, preto e vermelho. O branco simboliza a paz e a cura; o preto, a absorção de conhecimento; e o vermelho, a atividade.
Seu rosto está sempre coberto, a fim de impedir a visão das chagas. Os fios de suas contas são brancos rajados de preto ou pretos, brancos e vermelhos. Obaluaiê usa ainda fios de búzios, em referência à sua relação íntima com a morte, visto que aqui os búzios representam o destino. Traz numa das mãos uma lança de ferro forjado e, na outra, o xaxará, uma espécie de feixe de palitos de dendezeiro bordado com palha-da-costa e muitos búzios. O feixe, composto de diversos elementos, representa a coletividade.
Omulú o Orixá das doenças e cura
Orixá da cura, dos mortos, dos cemitérios, cura e estabilidade.
Cor: Branco e preto ou amarelo e preto.
Elemento: Terra.
Local de oferta: Cemitério.
Sincretismo: São Roque e São Lázaro.
Signo: protetor de Capricórnio
Saudação: "Atotô Omulu".
Oferenda para Omulú
O Orixá que rege nossa passagem para o mundo espiritual deve ser agradado com velas brancas, vermelhas ou pretas, água pura, coco, vinho doce, mel, pipoca e sal grosso, em campo santo (cemitério) ou à beira-mar.
Oração para Omulú
"A Omulú e Obaluaiê peço o perdão e a bênção, Atotô Meu Pai!
Em sua misericórdia infinita, dai-me a saúde plena!
Ajuda a curar as doenças e dá alívio às dores carnais e espirituais, Pai Amado, Atotô!
Afasta de mim aqueles que desejam a destruição de minha saúde e minha devastação espiritual e dá-me forças para vencê-los em espírito, Meu Pai.
Mantenha-me forte e firme nos caminhos difíceis da vida!
Atotô Omulú!"
Banho mágico
Você fará seu banho numa segunda feira e, deverá usar 13 folhas de arruda macho, 13 folhas de arruda fêmea, 13 pétalas de margarida, 13 folhas de artemísia e 13 galhos de alecrim. Acrescente 13 colheres (chá )de erva doce, e ferva tudo em 13 minutos. Espere esfriar e tome o banho do pescoço para baixo. Esse banho faz encontrar alguém especial. E lembre-se de jogar os resíduos no jardim ou água corrente. Não enxugue o corpo com toalha, deixe-o secar naturalmente. Pensar positivo é o que faz diferença!
Como fazer um guia para Omulú
Contas nas cores: preto e branco.
Faça a guia em uma segunda-feira de manhã e deixe-a em um copo com água e sal embaixo de uma roseira. Ao anoitecer, tire-a do copo e coloque para secar ao ar livre.
A MATÉRIA VEIO DAQUI:
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/mes-de-omulu-conheca-o-orixa-de-agosto,a3d08829e2cefdb31097c32bdbc3d40c5npmj9mo.html
quinta-feira, 5 de junho de 2025
ODU OBARÁ
O Odu Obará, no contexto da
religião de matriz africana, como o Candomblé, é conhecido como o Odu da
Prosperidade e da Riqueza. Ele é considerado um Odu de boa sorte, abundância e
felicidade.
Obará e seus significados:
Prosperidade e Riqueza:
O Odu Obará é associado à
prosperidade material, à abundância e à felicidade.
Amizades e Comunicação:
Este Odu também fala sobre
amizades, facilidade na comunicação e prazeres.
Rigor e Consciência:
Apesar de indicar caminhos
para superação material, Obará alerta para a importância da consciência sobre a
realidade e do rigor nos rituais.
Liderança e Espiritualidade:
A energia de Obará também
inclui liderança e espiritualidade.
Símbolos:
O Odu Obará é representado no
Merindilogum com seis conchas abertas e dez fechadas, respondendo a Oxóssi,
Airá e Logunedé.
Lenda:
Conta-se que Obará se tornou o
Odu mais próspero ao seguir recomendações que outros odus ignoraram, recebendo
um presente inesperado.
Negativa:
Em sua vibração negativa,
Obará alerta sobre riscos financeiros, má administração e avareza.
Relacionamento com outras
entidades:
Oxóssi:
O Odu Obará é associado a
Oxóssi, o Orixá da caça e da floresta, que também está relacionado à
prosperidade.
Airá:
Airá, como um Orixá associado
aos espíritos da natureza, também está presente no Odu Obará, contribuindo para
a energia de prosperidade e abundância.
Logunedé:
Logunedé, o Orixá da
fertilidade e da abundância, completa a tríade de entidades que respondem ao
Odu Obará.
Oferendas e celebrações:
Em muitas casas de Candomblé,
o Odu Obará é celebrado em 6 de junho, com rezas e oferendas para atrair
fartura e abundância durante o ano.
Oferendas para Obará: Algumas
oferendas comuns incluem maçãs cortadas, moedas e açúcar cristal.
Considerações adicionais:
O Odu Obará é um convite à
positividade e à busca por uma vida mais próspera e feliz.
É importante lembrar que a
energia do Odu pode ser direcionada tanto para o bem quanto para o mal,
dependendo do uso que se faz dela.
domingo, 9 de março de 2025
SONHO COM OSSAIM
Já nem me recordo direito quando exatamente foi este sonho. Novembro de 2024? Acredito que sim.
Eu estava em uma espécie de galpão, pq era um lugar muito amplo e alto, mas era similar ao de cima, a construção era de barro, bem antiga. E estava tudo vazio. Eu caminhava e observava atentamente, admirada por um lugar assim tão grande e antigo ainda estar de pé. Não haviam janelas, só uns vãos próximos ao telhado, que era de madeira e sapé, mas havia um vão largo, sem porta, a esquerda da lateral, que era mais larga, a construção era em um formato retangular.
Eu ia caminhando para a "porta" e conforme eu ia me aproximando, eu via uma pombagira vindo, aos poucos elas eram sete, mais um pouco, eram sete casais de Exú e Pombagiras. Por último vinha um homem, de calça verde e camisa branca larga, e era OSSAIM! Todos eles paravam a minha frente e como se tivessem vindo me auxiliar/socorrer, servir? Se apresentavam como se para "curar" as minhas necessidades.
O meu espanto foi grande pq ... estreitamento zero com Ossaim, se bem que.... nem tão zero assim pq acompanho pela internet somente, uma casa de Ossaim com a qual já sonhei duas vzs estar lá, mas não me animo de conhecer. Daí pensei: eu sou tão tinhosa que se eu não fui até Ossaim, ele veio até mim. GRATIDÃO!!
🌲🌲🌲🌲🌲🌲🌲

DIA: Quinta-feira.
CORES: Verde e Branco.
SÍMBOLOS: Haste ladeada por sete lanças com um pássaro no topo (árvore estilizada).
ELEMENTOS: Floresta e Plantas selvagens (Terra).
DOMÍNIOS: Medicina e Liturgia através das folhas.
SAUDAÇÃO: Ewé ó!
Kó si ewé, kó sí Òrìsà, ou seja, sem folhas não há orixá, elas são imprescindíveis aos rituais do Candomblé. Cada orixá possui suas próprias folhas, mas só Ossaim (Òsanyìn) conhece os seus segredos, só ele sabe as palavras (ofó) que despertam o seu poder, a sua força.
Ossaim desempenha uma função fundamental no Candomblé, visto que sem folhas, sem a sua presença, nenhuma cerimónia pode realizar-se, pois ele detém o axé que desperta o poder do ‘sangue’ verde das folhas.
Ossaim é o grande sacerdote das folhas, grande feiticeiro, que por meio das folhas pode realizar curas e milagres, pode trazer progresso e riqueza. È nas folhas que está à cura para todas as doenças, do corpo ou do espírito. Portanto, precisamos lutar por sua preservação, para que consequências desastrosas não atinjam os seres humanos.
A floresta é a casa de Ossaim, que divide com outros orixás do mato, como Ogum e Oxóssi, o seu território por excelência, onde as folhas crescem em seu estado puro, selvagem, sem a interferência do homem; é também o território do medo, do desconhecido, motivo pelo qual nenhum caçador deve penetrar na floresta na mata sem deixar na entrada alguma oferenda, como alho, fumo ou bebida. Medo de que? Medo dos encantamentos da floresta, medo do poder de Ogum, de Oxóssi, de Ossaim; respeito pelas forças vivas da natureza, que não permitem a pessoas impuras ou mal-intencionadas penetrar em sua morada. Se nela entrarem, talvez jamais encontrem o caminho de volta.
Ossaim teria um auxiliar que se responsabilizaria por causar o terror em pessoas que entram na floresta sem a devida permissão. Aroni seria um misterioso anãozinho perneta que fuma cachimbo (figura bastante próxima ao Saci-Pererê), possui um olho pequeno e o outro grande (vê com o menor) e tem uma orelha pequena e a outra grande(ouve com a menor). Muitas vezes Aroni é confundido com o próprio Ossaim, que, segundo dizem, também possui uma única perna. Não se pode por isso confundir Ossaim com o Saci-Pererê, que é um personagem do folclore brasileiro. Ossaim é orixá de grande fundamento, que possui uma só perna porque a árvore, base de todas as folha possui um só tronco.
De acordo com a história desse orixá, há uma rivalidade entre Ossaim e Orunmilá, que reflete, na verdade, a antiga disputa entre os Oníìsegùn – mestres em medicina natural que dominavam o poder das folhas – e os Babalawó – sacerdotes versados nos profundos mistérios do cosmo e do destino dos seres, os pais do segredo.
Ossaim é um orixá originário da região de Iraó, na Nigéria, muito próxima com a fronteira com o antigo Daomé. Não faz parte, como muitos pensam, do panteão Jeje assimilado pelos Nagô, como Nana, Omolú, Oxumaré e Ewá. Ossaim é um deus originário da etnia Ioruba. Contudo, é evidente que entre os Jeje havia um deus responsável pelas folhas, e Ágüe é o seu nome, por isso Ossaim dança bravun e sató, a exemplo dos deuses do antigo Daomé.
Uma confusão latente refere-se ao sexo de Ossaim; é preciso esclarecer que se trata de um orixá do sexo masculino. Entretanto, como feiticeiro e estudioso das plantas, não teve tempo de relacionamentos amorosos. Sabe-se que foi parceiro de Iansã, mas o controvertido relacionamento com Oxóssi, que ninguém pode afirmar se foi ou não amoroso, é o mais comentado.
Na verdade, Ossaim e Oxóssi possuem inúmeras afinidades: ambos são orixás do mesmo espaço, da floresta, do mato, das folhas, grandes feiticeiros e conhecedores dos segredos da mata, da Terra.
Características dos filhos de Ossaim
Os filhos de Ossaim são pessoas extremamente equilibradas e cautelosas, que não permitem que as suas simpatias ou antipatias interfiram nas suas opiniões sobre os outros. Controlam perfeitamente os seus sentimentos e emoções. Possuem grande capacidade de discernimento e são frios e racionais nas suas decisões.
São pessoas extremamente reservadas, não se metem em questões que não lhe dizem respeito. Participam em poucas atividades sociais, preferindo o isolamento. Elas evitam falar sobre a sua vida, sobre o seu passado, preferem manter certa aura de mistério. Geralmente, não têm nada de mais a esconder, mas desejam manter reserva.
Pressa e ansiedade não fazem parte das suas características, pois são pessoas dadas aos detalhes e caprichosas no cumprimento das suas tarefas. Possuem gosto por atividades artesanais que exigem isolamento e paciência; não gostam de ter chefe nem subalternos, não se prendem a horários, apreciam a independência para fazer o que gostam na hora que querem. São pessoas fascinadas com as regras e tradições, adoram questioná-las. Possuem um gosto exacerbado pela religiosidade.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
IANSÃ!!!
domingo, 14 de julho de 2024
ANALOGIA ENTRE MESTRES ASCENSOS, ORIXÁS E PLANETAS
CALENDÁRIO DE MAGIAS DE OUTUBRO DE 2026
Magia de cura e todas as magias negativas. Limpeza, abertura de caminhos. Acontecem na LUA MINGUANTE. Lua Minguante: 03/10 – Lua Minguante...
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Em primeiro quero avisar que esta magia não pode ser desfeita, e a pessoa que fizer deixa de gostar da pessoa que quer amarrar. ...
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Pegue uma linguiça normal e crua, bem barata deixe ela quase apodrecer e batize c/ o nome dele (escreva num papel o nome do safado) e pon...
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Esta magia é recomendada para ser feita em intenção de uma pessoa que é fria, distante ou ignora a outra. Ideal também para ser feita ant...










