Estamos em um mundo TÃO materialista, que o ser humano desaprendeu (ou nunca aprendeu de fato) o poder da fé.
As pessoas são egoístas, mimadas, elas mesmo se permitem entrar em confusões e depois ficam em profundo desespero quando a casa desaba sobre elas.
Quando houver o desabamento se pergunte: o que construí? Como construí? Aprenda e faça diferente desta vez.
Vc come todo dia, c@ga todo dia (deveria se estiver bem), vc alimenta seu espirito todo dia???
A forma não importa, mas alimenta?
Se vc não se aproxima do divino, do sagrado e procura o espiritual somente para satisfazer suas vontades e resolver seus problemas, vc não está sendo justo e coerente consigo mesmo.
AMAI AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO.
A pergunta é: VOCÊ SE AMA? Pq a grande maioria não consegue se amar, não consegue se priorizar e terceiriza o amor e o cuidado ao outro, se o outro não vier te acudir o que sobra para vc? O que vc tem? NADA? VC SEMPRE TEM DEUS E A SUA FÉ!
Mas o ser humano que está tão pobre de espirito, tão vazio de fé, tão vazio de si mesmo, então realmente não sobra nada e fica a mercê da própria sorte, como um bebe recém nascido que se não for nutrido morre.
Gente, mas pq EU fico indignada?
Porque quem tem uma ROSA tem tudo, quem tem a sorte de ter uma orientadora como eu tem mais da metade do mapa no caminho e quase sempre despreza as orientações e seguem sua própria cabeça e quando se estrepam acham o caminho de volta.
Eu falei de mim, mas isto se aplica a qualquer pessoa racional, lúcida, seja espiritual ou não, que te aconselha e te aponte o caminho. Aí as criaturas como meninos birrentos, que a mãe já avisou: "se mexer aí vai cair e se machucar", seguem a vida como o louco do tarô só querendo risco, aventura, sem pensar na consequência, se F e voltam estropiadas.
Gente, para mim que estou nesta caminhada aqui na internet há 15 anos e já atendi pessoas de todas as classes, pensamentos e religiões, é desagradável ver pessoas com possibilidades infinitas de progresso, preferem dar a marcha ré e ficar sempre indo para trás ou um passo para a frente e três para trás.... complicado viu.
Eu já aprendi que cada um tem seu tempo e inclusive eu me vejo em várias situações que atendo, pq não nasci sabendo tudo que sei hoje, mas fico perplexa com as pessoas que eu ATENDO, advirto e a criatura faz o extremo oposto e acha que realmente vai se dar bem, rsrs, pobres crianças. Perdoem, pai, eles realmente não sabem o que fazem. Ninguém mais escuta e respeita a sabedoria dos mais velhos e isto tem um sabor amargo as vzs. Nem todo velho é sábio, mas todo velho é experiente pq ele já andou na estrada da vida por mais tempo. A sabedoria, que nem sempre está escrita nos livros, mas está impressa na jornada da alma.
Quem trabalha com a espiritualidade tem que ter mais conexão e valia com o espiritual. Isto eu também já aprendi. Pq o ser humano é imediatista, ele não olha para trás, não pensa, não analisa, não programa, para que o tal do futuro, que nada mais é do que uma sucessão de hojes, seja do jeito que ele quer, AGORA.
O que o ser humano quer é moldar o outro e esquece de moldar a si mesmo. E sim, esta conta não fecha. O resultado sempre é desastroso.
A magia funciona SIM, mas tem uma série de fatores paralelos e até prazo de validade.
Eu pelo menos não invento macumba onde não tem para fazer a pessoa gastar. Também não ofereço milagre imediato seja matando um boi ou uma cabra ou o que for.
Porque este milagre existe e está antes de tudo DENTRO DE VOCÊ, e quando vc não se ama e não se acredita, não tem cimento da fé em você para que o espiritual possa te auxiliar a construir sua vitória.
Hoje é dia dos PRETOS VELHOS, que são um arquétipo mas que representa a luta de cada um dos que já passaram por experiência terrena, então não é sobre cor, não é sobre os escravos das senzalas, é sobre a escravidão do espirito, da alma! É sobre a libertação de cada um de nós, a nossa liberdade de espirito, de expressão, de alma! E isto não é sobre passar por cima de ninguém e sobre pisar no outro, ser livre é se despegar de tudo que te doí.
Coloquei esta oração do anjo da guarda aí encima pq as pessoas não sabem rezar e achei esta uma boa indicação. Dou até as rezas mastigadas aqui pq percebo que a pessoa REALMENTE não sabe!
Meu papel é este? Sim e sobre meu trabalho não precisa ninguém me aplaudir pq eu sei do meu comprometimento e a espiritualidade que me sustenta sabe ainda mais. E isto é tudo.
Mas o aviso-tema aqui é da SUA LIBERTAÇÃO!
A libertação não é sobre quebrar correntes de ferro, é sobre quebrar as correntes da culpa que carregamos. A liberdade aqui não é sobre o chicote do outro, e sim expulsar o feitor que mora dentro de cada um de nós. Não espere que ninguém venha validar ou assinar sua alforria. LIBERTE-SE!
A Linha dos Pretos Velhos é uma falange de espíritos de
sabedoria ancestral que se manifestam como velhos escravizados africanos,
simbolizando amor, paciência, humildade e superação.
Regidos pela vibração de Obaluaê/Omolu, atuam na cura de
doenças físicas e espirituais, quebra de demandas e orientação, utilizando
cachimbos (defumação) e rezos
Aconselhamento e Cura: São considerados conselheiros
experientes, amigos e confidentes que oferecem paz e conforto em momentos
difíceis.
Magia e Benzimento: Utilizam ervas, ramos de arruda, café e
água fluidificada para benzimentos e limpeza de larvas espirituais do corpo
perispiritual
Linha das Almas: Atuam na força da sabedoria e da cura de
Obaluaê, focando na evolução dos seres
Saudação e Dia: Saudados com "Adorei as Almas!",
comemorados em 13 de maio, data da abolição da escravatura.
Arquétipo: Embora muitos tenham sido escravos, o arquétipo
representa a maturidade espiritual e ancestralidade.
Pretos e Pretas Velhas (Pai Joaquim, Pai João, Vovó Cambinda,
etc.)
Linha das Almas (frequentemente associada).
Pinga-Fogo (pretos velhos que atuam com a
quimbanda/encruzilhadas, focados no resgate de almas e cura) .
Eles não trazem a dor, mas o aprendizado através do amor após
o sofrimento.
Pai Cipriano
das Almas é uma das entidades mais respeitadas na Umbanda e na Quimbanda,
pertencente à falange dos Pretos-Velhos. Ele é frequentemente associado à
figura histórica e mística de São Cipriano, o feiticeiro que se converteu ao
cristianismo, mas na Umbanda ele se manifesta como um espírito de luz com
grande conhecimento de magias, ervas e descarregos.
1. Origem e
Falange
Preto-Velho
Quimbandeiro: É conhecido por atuar na "linha das almas", uma região
espiritual de transição e trabalho pesado, sendo muitas vezes chamado de
"feiticeiro do terreiro" devido ao seu domínio sobre magias
complexas.
Relação com
São Cipriano: Muitos o veem como a representação do próprio São Cipriano (o
autor do famoso grimório) trabalhando dentro da lei da Umbanda para ajudar os
necessitados.
2.
Características e Atuação
Sabedoria e
Rigor: É descrito como um espírito sério, disciplinado e de poucas palavras,
mas com uma sabedoria profunda sobre o ocultismo e a medicina natural.
Trabalho com
as Almas: O sufixo "das Almas" indica que ele atua diretamente no
auxílio a espíritos sofredores, na quebra de feitiços pesados e na limpeza
espiritual profunda.
Elementos de
Culto: Costuma usar charutos, cachimbo (pito) com fumo de rolo, e pode aceitar
bebidas como marafo (cachaça), vinho tinto ou conhaque em seus rituais.
3.
Representação Visual
Geralmente é
representado como um homem negro idoso, de cabelos brancos e postura curvada
(característica dos Pretos-Velhos), muitas vezes segurando um rosário ou seu
cachimbo.
Ontem eu fiz um jogo maravilhoso e muito revelador, onde um preto velho se evidenciou e trouxe a tona situações muito importantes pare evolução do consulente. E da noite pro dia ainda ficaram vindo no paralelo, várias outras informações. GRATIDÃO infinita à toda espiritualidade amiga, protetora e direcionadora. HOJE eu tive intuição de fazer um café e oferecer aos pretos velhos, agradecendo esta intervenção em especial e fiz o café, acendi a vela e conversei com a linha das ALMAS e o PRETO VELHO que me apareceu foi PAI CIPRIANO DAS ALMAS! ADOREI ÀS ALMAS!
Estávamos no Brasil Império e, nas cercanias do Rio de Janeiro, subindo a Serra do Mar em direção ao Vale do Paraíba, entre São Paulo e Minas Gerais, haviam prósperos municípios que impulsionavam a economia brasileira, que se baseava nas plantações de café. Há 171 anos atrás, as cidades de Vassouras, Paraíba do Sul e Valença eram prósperas e destinavam ao Município da Corte (Rio de Janeiro), sua produção que era exportada para a Europa. Paty do Alferes era a mais rica das freguesias da Vila de Vassouras.
Justamente em Paty do Alferes o capitão-mor Manuel Francisco Xavier era um rico proprietário de fazendas de café e açúcar. Para desenvolver a atividade, investira em um grande número de escravos, em torno de 500, cuja a grande maioria homens, que impulsionavam a produção. Casado com Francisca Elisa Xavier, agraciada com o título de Baronesa de Soledade após sua morte, era irascível e temperamental. Vivia à turras com seus vizinhos e se meteu em diversas disputas políticas e acabou por vetar um projeto de expansão para a construção de estrada entre a Corte e as Minas Gerais por passar por suas terras. Os escravos eram uma força de trabalho comparável às máquinas agrícolas de hoje em dia e o grande número deles demonstra a capacidade produtiva de suas fazendas.
Para os proprietários, escravos eram força de trabalho e um pesado investimento que deveria dar o máximo retorno através de uma alta produtividade por cada réis investido e por cada grama de comida fornecida. Entretanto, se entramos na senzala, vemos que estes seres não se consideravam assim: se consideravam gente com aspirações e sentimentos, que odiavam e amavam como qualquer outro ser humano. Apesar do pouco tempo de ócio, riam e se divertiam, e amavam.
Amor de escravo por escrava. Ele, trabalhando nas roças do raiar do dia até à noite, vigiado pelos feitores que não permitiam um segundo de descanso. Era propriedade do senhor, dono das terras e das plantações que lhe alimentava, vestia, abrigava e permitia viver. Ela, trabalhando na casa grande, servindo aos senhores e seus filhos, fazendo-lhes as vontades e caprichos – inclusive sexuais – de nada reclamava, pois era sua propriedade e eram eles que lhe alimentava, vestia, abrigava e permitia viver. Quando se encontravam escondidos, pois não lhes eram permitido sentimentos, se sentiam gente e um não questionavam um ao outro sobre as atividades diárias pois eram propriedade e não tinham direitos.
O ato sexual entre escravos era determinado pelos senhores, que tinham boas matrizes masculinas e femininas que lhes daria a superviniência ativa de outros escravos saudáveis e genéticamente selecionados sem necessidade de desembolso adicional aumentando sua lucratividade. Não é recomendável afetividade entre os genitores e as “crias”, pois isto cria vínculos, ameaça a impessoalidade no trabalho e estraga a produtividade.
Mas apesar de todos os cuidados, Camilo Sapateiro, um escravo da fazenda Freguesia, apaixonou-se por uma escrava da fazenda Maravilha. Sorrateiramente Camilo Sapéteiro se esgueirava de uma para a outra fazenda quando foi surpreendido pelo capataz. Incapaz de impedir sua fuga e cumprindo seu dever de evitar tais contatos, o capataz não teve outra escolha a não ser matar Camilo Sapateiro.
A notícia se espalhou entre os escravos. E, por menos que queiram seus proprietários, escravos são gente. Pessoas que amam e que odeiam. Pessoas que pensam e têm capacidade afetiva e de se indignar. E se indignaram. Não tinham este direito mas se indignaram.
Mas não foi só Camilo Sapateiro que se apaixonou. Havia Manuel Congo. Manuel Congo não era um escravo comum. Nascido no Congo, era trabalhador especializado – ferreiro. De poucas palavras mas simpático e inteligente, era um líder entre seus companheiros. E Manuel Congo amava a Marianna Crioula. E Manuel Congo soube da história. Ela, brasileira, também não era uma trabalhadora qualquer: mucama de Francisca Elisa Xavier, dócil e confiável, era costureira. Mulher voluntariosa e, como Manuel Congo inteligente e sagaz, sonhava no seu íntimo com a liberdade e uma vida comum de gente.
Foi com amor por Marianna Crioula e ódio por seus opressores que Manuel Congo, liderando os escravos da senzala, arrombaram a porta e saíram no meio da noite. Fugiram em estardalhaço, levaram consigo as escravas que viviam na casa grande. E a notícia se espalhou pela circunvizinhança. E mais e mais escravos lançaram-se à aventura da liberdade.
Tão grande afronta não seria permitida. A Guarda Nacional foi acionada pelos senhores das fazendas e se pôs à perseguição aos fugitivos. O coronel Lacerda Vernek, que liderou a recaptura escreveu que os escravos “fizeram uma linha“, e pegaram as armas, “umas de fogo, outras cortantes”, e gritaram: “Atira caboclo, atira diabos”. “Este insulto foi seguido de uma descarga que matou dois dos nossos e feriu outros dois. Quão caro lhes custou! Vinte e tantos rolaram pelo morro abaixo à nossa primeira descarga, uns mortos e outros gravemente feridos, então se tornou geral o tiroteio, deram cobardemente costas, largando parte das armas; foram perseguidos e espingardeados em retirada e em completa debandada.”(…)”Notei que nem um só fez alto quando se mandava parar, sendo preciso espingardeá-los, pelas pernas. Uma crioula de estimação de Dona Francisca Xavier não se entregou senão a cacete, e gritava: morrer sim, entregar não!!!“. Entre os seus liderados estava o major Luís Alves Lima e Silva (futuro Duque de Caxias).
Apesar de ter havido mais de 300 fugitivos, apenas dezesseis foram levados a julgamento: Manuel Congo, Pedro Dias, Vicente Moçambique, Antônio Magro, Justino Benguela, Belarmino, Miguel Crioulo, Canuto Moçambique, Afonso Angola, Adão Benguela, Marianna Crioula, Rita Crioula, Lourença Crioula, Joanna Mofumbe, Josefa Angola e Emília Conga. Todos eles eram escravos do capitão-mor Manuel Francisco Xavier, que assim foi indiretamente punido pelos outros fazendeiros por não ter controlado seus escravos e, conseqüentemente, ter balançado o frágil equilíbrio social da próspera região. Os escravos pertencentes a outros fazendeiros não foram julgados, inclusive aqueles que tiveram participação importante nos eventos.
Memorial a Manuel Congo
Vassouras – RJ
Por exemplo, o escravo Epifânio Moçambique, que pertencia ao dono da fazenda Pau Grande, foi citado por várias testemunhas como um dos líderes ao lado de Manuel Congo e talvez tenha sido o “vice-rei” da rebelião, porém foi apenas interrogado no processo penal.
Manuel Francisco Xavier foi castigado pelos seus destemperos com a vizinhança, perdendo vários escravos. Uma perda financeira considerável.
Os réus foram conduzidos em ferros para serem julgados em Vassouras, a vila a que estava subordinada a freguesia de Paty do Alferes. O povo reuniu-se para assistir à sua chegada. Uma das escravas aprisionadas, talvez Marianna Crioula, gritou que preferia morrer a voltar ao cativeiro, o que causou tumulto na multidão que tentou linchá-la.
Manuel Congo foi condenado à morte por enforcamento “para sempre”, isto é, não foi sepultado. Marianna Crioula não teve seu pedido atendido e retornou ao cativeiro. Hoje, em Vassouras (RJ), existe um memorial a Manuel Congo.
Eu não sei qual preto velho rege meu caminho, mas a preta velha é Vovó Maria Conga do Oriente, ela se apresentou uma única vez, mais diretamente em sonho, depois que eu fui ao Vale do Amanhecer e senti energia dela, eu já havia sonhado com ela outras vzs mas naquela noite ela me confirmou que foi ela quem esteve comigo no Vale... a incorporação que senti lá havia sido dela. E desde então o carinho maior com esta guia de luz se fez presente em minha vida.
Depois, no centro, no meu primeiro dia na casa, foi sessão de preto velho e eu vi a guia amarela e branca (do oriente), bem diferente das pretas e brancas que todos usam, e recebi um ponto riscado, que foi o que usei hoje para firmeza dos pretos velhos.
Confesso que não é a Vovó Maria Conga que mais chamo, mas em alguns assuntos específicos, me dirijo diretamente a ela.
Nesta minha última viagem, na última semana, peguei uma virose que me deixou arriada, de cama mesmo, sem comer, suando frio, e fiquei uns três dias assim, dormia mais que outra coisa... até que um dia amanheci me sentindo fraca e sem nem poder em pé.
Peguei um banho de guiné que havia levado, pó de café e tomei um banho... primeiro passando o pó de café em todo o corpo antes do banho de higiene e depois finalizando com a guiné. O interessante é que nem o nome da vovó Maria Conga eu lembrava, sabe quando dá aqueles mega apagões que vc não lembra de algo nem por nada... eu fiquei encucada mas comecei a rezar e logo lembrei do nome e senti presença dela... aí ouvi... vc vai ficar boa disto sim, mas antes de ficar de todo boa ainda vai ter uns resquícios. Isto foi de manhã... assim que acordei tomei este banho. Depois do banho fui melhorando da indisposição.... já não estava me sentindo tão fraca, deu uma ressuscitada boa... mas... de tarde... no mesmo dia.. começou uma dor de barriga que só Jesus!!!! Ficou brabo uns dois dias e depois melhorava e piorava, isto durou uma semana... até chegar aqui no Brasil eu ainda estava assim e sentia umas cólicas horríveis. Quando cheguei aqui, o gato ficou com os mesmos sintomas, tive que mudar a ração dele pq o povo aqui de casa achou que era a ração. SÓ EU fiquei assim, todos na casa da minha filha pegaram a mesma virose, mas eu que descarreguei sei lá o que... foi sinistro, mas graças à Deus e a Maria Conga melhorei! Faz parte do ofício e nem me perturbo mais quando acontece estas coisas... mas confio sempre que terei melhor desfecho. E agradeço a presença e intervenção de cada guia maravilhoso de luz que rege meu caminho, assim como cada um de vcs tem que lembrar também de agradecer tudo de bom ou de superação que tem no caminho, tudo de negativo ou de problema que surge em nossas vidas, sempre é para nos sinalizar algo, temos que ter sabedoria para identificar isto e é esta sabedoria que os pretos velhos nos trazem.
Como este mal estar eu tive logo depois de vir dos passeios nas montanhas e depois de ter batido cabeça para Xangô eu percebi como limpeza esta virose e este piriri louco que me deu depois... mas como disse, faz parte, nosso corpo físico as vezes fica sobrecarregado e manifesta algo na saúde, quem trabalha espiritualmente acaba ficando mais sujeito ainda. Eu não me impressiono mais, confio e espero atuação do espiritual e sei que tudo sempre tem um propósito.
Ontem recebi este vídeo pelo facebook e resolvi postar aqui pq gostei muito da forma como ela conduziu esta firmeza e fica como sugestão para quem quiser fazer em casa. Não precisa nem fazer isto tudo, basta um café, e uma vela, o importante é a sua conexão.
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Maria Conga, Maria Conga.
Maria Conga o que é que você quer? Quero pemba, quero guia, quero figa de guiné.
Vovó Maria Conga, uma das mais amadas e respeitadas Pretas Velhas. A vovó considerada guerreira, forte, batalhadora, que não media esforços em proteger seu povo tão amado, dentro e fora do quilombo de seu tão respeitado pai, que era conhecido como Rei Congo, e que era o líder dos negros que um dia foram escravizados pelos senhores brancos.
Maria Conga era uma escrava de uma fazenda cafeeira da região Sudeste, quarta filha de Rei Congo com sua companheira que também levava o nome de Maria.
Desde tenra idade Maria Conga demonstrava que seguiria os mesmos passos de seu amado pai, sendo uma verdadeira lutadora e salvadora de seus irmãos negros que foram escravizados, Mas apesar dessa demonstração de força, ela demonstrava também ser gentil e graciosa com seus semelhantes assim como sua mãe, fazendo assim ser reconhecida e respeitada por todos seus irmãos negros.
Ela se mostrava guerreira mas ao mesmo tempo amável, tinha uma sabedoria espiritual elevada, e com essa sabedoria ajudava nas caminhadas junto a seu pai que buscava levar a caridade a todos os negros sofredores. Era uma grande benzedeira, encaminhadora de espíritos sem luz, que insistiam em perturbar a mente e o corpo de negros e brancos daquela época, com suas obsessões desenfreadas que levavam muitas dessas pessoas a adoecerem sem motivo, ou a enlouquecerem de tal forma que ceifavam a própria vida. Essa fé e essas aprendizagens se tornaram grandiosas, pois tanto vinha pelo lado de seu pai quanto de sua mãe, que ambos sabiam como demonstrar a enorme fé no grande pai e senhor de seus caminhos, nosso amado Deus. Com as aprendizagem de seu pai Octacílio (Rei Congo) e de sua mãe Maria, a nossa personagem ficou muito conhecida pelas curas físicas e mentais destinadas a centenas de pessoas, sendo essas pessoas negras ou brancas. Quando sua mãe desencarnou, Maria Conga era apenas uma pequena jovem ainda, e esse fato a deixou muito abalada a levando numa tristeza profunda, pois ela acreditava que sem a presença da mãe sua caminhada junto a caridade poderia terminar. Mas pelo contrário após algum tempo de luto e de muitas palavras de amor e carinho de seu pai, Maria Conga elevou ainda mais sua fé e se colocou a disposição de Zambi (Deus), de Oxalá, de todos os Orixás e Entidade de Luz que ela buscava com determinação na hora das benzeduras e das curas, mesmo sendo ela uma jovem, uma jovem que mostrava que era pequena na idade mas grandiosa na fé. Quando Rei Congo decidiu lutar pela libertação de seu povo das garras dos senhores de escravos e fugiu para tentar chegar ao Monte dos Perdidos, ele para não fazer com que seus filhos amados sofressem algum risco nessa fuga, que poderia ser uma fuga suicida, decidiu se relocar antes, se firmar no local que ele considerava seguro para após isso resgatar além de seus filhos consanguíneos, todos seus irmãos negros. Com isso a menina Maria fica só, sem a proteção de seu pai e o carinho de sua mãe. Por noites a fio ela chorava, olhando as estrelas e pedindo uma luz a Zambi, que ele mostrasse um caminho, uma trilha a seguir. Numa dessas noites, após a jovem fazer suas orações, ela ainda com lágrimas nos olhos, vê uma imagem brilhante vinda do céu estrelado, nessa imagem com um formato de uma mulher, mas um tanto indefinida, ela escuta a voz de sua mãe. E a voz disse de um modo gentil e amável as seguintes palavras: "Filha amada, peço para você ter força, suportar o que vem pela frente. Terá dias de dor e lágrimas, terá uma grande vontade dedesistir, terá ódio em seu coração. Mas pediria que lembrasse deminhas palavras, você tem que demonstrar nesse período a suaverdadeira fé em Zambi, demonstrar que as lágrimas que irá perder não a farão não enxergar que Zambi é grandioso, que a falta de esperançanão lhe levará a desistência de prosseguir clamando, que o ódio nãoacabará com o amor e a caridade que deverá espalhar pelas terrassangrentas. Minha doce filha, após essa demonstração de fé, suaesperança poderá voltar a brilhar, pois seu amado pai voltará paraseu resgate. Confie sempre!""
E assim a escuridão da noite retorna aos olhos da pequena Maria Conga, a deixando refletindo sobre o acontecimento e as palavras ouvidas vinda de sua mãe. O tempo foi passando, e os comentários nas senzalas foram aumentando. Muito se dizia sobre o novo quilombo, o quilombo que levava o nome do pai de Maria Conga. Os escravos ficavam ansiosos, os coronéis preocupados e feitores armados de prontidão, prontos para guerrear, caso o grupo de Rei Congo aparecesse para resgatar os escravos das fazendas. Após algumas tentativas de invasão a fazenda na qual Rei Congo era escravo, o coronel dessa fazenda tomou uma decisão, usaria a filha de Rei Congo como isca para aprisioná-lo. Após ordenar aos feitores a levar Maria Conga ao tronco, ela foi açoitada diversas vezes, na tentativa de que ela dissesse onde poderia estar seu pai. Na falta de respostas foi determinado que ela ficaria no tronco até Rei Congo entregar-se O boato foi espalhado pela região por entre jagunços e feitores na tentativa que todo fato chegasse até os ouvidos de Rei Congo, e assim aconteceu.. Ele ficou sem chão, desesperado, já decidido a se entregar e trocar de lugar com sua amada filha. Se ajoelhou nas terras sagradas do Quilombo, fechou seus olhos, e Orou firmemente a Zambi, pedindo que lhe encaminhasse na decisão tomada. Mais uma vez o inesperado aconteceu, por entre as nuvens dançarinas, um facho de luz ilumina seu rosto, e ele com isso se acalma um pouco, sabendo que suas preces estão sendo ouvidas pelo Pai Maior. Rei Congo, num momento de calma, refletiu ao olhar em seu redor. Observou o grande grupo de negros que antes escravizados, e agora livres, trabalhando pelo sustento de todo povo que felizes estavam residindo no Quilombo. Ele sabia que ao se entregar nas mãos dos feitores do seu antigo Coronel, estaria também entregando todo aquele povo que já tinha conseguido resgatar, inclusive seus outros filhos que já se encontravam no Quilombo. Tinha que buscar sua filha, mas de uma maneira que não arriscasse todos os outros. E assim Rei Congo ficou refletindo como seria esse feito. Enquanto isso, Maria Conga continuava sobre sua tortura, presa ao tronco, chibatadas ardentes faziam a dor percorrer seu corpo, sol escaldante fazia as feridas queimarem ainda mais. Ela sofria, chorava, quase já sem forças, seu coração prestes a lançar um ódio que jamais sentira, suas esperanças se findando, sua mente não conseguia entender muito bem todos os acontecimentos, quando de repente sente uma luz sobre si, uma luz forte e protetora, uma luz que a deixara tranquila, serena, sem as dores penosas que antes sentia. Após esse sentimento de paz, seu coração se tranquilizava ainda mais, e sua mente como num tom de magia se tornava esclarecida sobre os fatos ocorridos e se abrindo para as lembranças da voz de sua mãe lhe indicando como proceder naquele momento fatídico. E com isso ela sorriu, sabendo que não estava só. Seu rosto que antes demonstrava dor e desespero, se transformara em uma face serena, cheia de paz e esperanças. O feitor que estava incumbido de açoitar Maria Conga nota o olhar sereno que ela estaria e isso lhe trouxe sensação de estar errado ao obedecer as ordens do seu coronel. Contudo ele não pode arriscar a não fazer, pois dentro da fazenda a lei era se caso um dos feitores poupassem algum negro escravizado dos castigos impostos pelo senhor de escravos, o próprio feitor iria para o tronco junto de seus familiares, no lugar do negro poupado. Mas a cada vez que o feitor levantava seu braço para um novo açoitamento a escrava, seu coração doía, e ele batia apenas levemente sua chibata no corpo já machucado da negra. Nesse instante chega de um modo desesperador, correndo e chorando uma mestiça chamando pelo nome do feitor. Era sua companheira, que por entre lágrimas incessantes pede ajuda ao homem, pois a filha de ambos arde em febre, um estado febril tão intenso que já lhe causava convulsões. O feitor larga sua chibata, corre até o casebre onde se encontrava sua pequena filha já desfalecida. Não sabendo como salvar a sua menina, ele corre até a senzala pedindo ajuda aos negros mais experientes, e entre esses negros havia uma velha centenária negra, que sentada ao chão e com seu cachimbo na boca, diz ao feitor sem tirar os olhos do tição na qual ela acendia o cachimbo.
"Meu filho, você só tem uma chance de salvar sua filha, e só tem uma pessoa que pode fazer isso. Essa pessoa está morrendo presa ao tronco, morrendo pelas chibatadas que você foi obrigado a dar nela. Sua filha não tem muito tempo, leve Maria Conga até ela, pois ela vai saber o que fazer para tirar a sua menina das mãos da fria morte." O feitor sem pensar muito corre até o tronco, retira Maria Conga das correntes, se joga a seus pés chorando e suplicando que ela salvasse a vida de sua filha. E por entre lágrimas e pedidos de perdão, ele ouve a voz dela pedindo que ele se levantasse e a levasse até a menina. E assim foi feito. Pelo caminho Maria Conga colhia algumas ervas, flores e pegava um pouco de água que corria no rio límpido. Ao chegar foi direto as suas orações e benzeduras, fez das ervas, flores e água um cataplasma colocando sobre o corpo da criança, que como por milagre foi se restabelecendo, abrindo os olhos devagar e esboçando um sorriso ao ver o rosto do pai. A menina se curou completamente, e o feitor ficou extremamente agradecido a Maria Conga.
Nesse mesmo momento Rei Congo recebe uma mensagens de sua doce esposa lhe dizendo:
"Meu companheiro de jornada, chegou a hora, peço-te para resgatar nossa filha das garras da escravidão. Hoje ao meio da noite parta para as terras onde ela se encontra escravizada. Vá sozinho, e pelo mesmocaminho que você já fez ao sair de lá." Ao ouvir isso, Rei Congo se prepara para o resgate, ele parte do Quilombo sozinho, sem dizer a nenhum dos que ali se encontrava o teor de sua missão. Ao chegar na trilha oculta que o levaria ao interior da fazenda, Rei Congo se depara com alguns vultos, passos e respirações ofegantes. Ele se esconde por entre os arbustos e aguarda. E de repente reconhece um dos vultos, era sua amada filha que estava buscando um caminho seguro para se esvair da fazenda cafeeira, junto a ela estavam o feitor e sua família, que fugiram das terras sangrentas em busca de paz para que assim pudessem ver sua filha crescer fora daquele ambiente de baixa iluminação espiritual. Ao encontrar por Rei Congo, Maria Conga conta tudo que lhe aconteceu. Diz sobre a ajuda do feitor que arriscando a vida e a segurança de sua família, a ajudou na fuga, mesmo sabendo que ele jamais poderia voltar a fazenda. Rei Congo agradecido, leva todos para o Quilombo do Congo, e lá ficaram por muitos anos, plantando, colhendo, vivendo em paz. Maria Conga se tornou a grande benzedeira do Quilombo, ela por muitas vezes saia em resgate de outros negros junto a seu pai. Fazendo assim nascer uma corrente de caridade, liberdade e amor. Ela ficou no Quilombo por muitos e muitos anos, teve seu desencarne numa noite de muitas estrelas brilhantes e lua cheia no céu. Toda luz que irradiava em vida, foi recompensada com a benção de virar uma Entidade de Luz, podendo vir nos terreiros de Umbanda, incorporada em Médiuns preparados para consultas a quem necessita de sua ajuda. Ela trabalha com e para a caridade, auxilia nas curas de males físicos e psicológicos, em obsessões, limpezas espirituais de pessoas e ambientes. Sempre busca fazer o bem, sempre com orientações para busca do melhor caminho a ser tomado a quem se sente perdido. Essa é a Vovó Maria Conga, a senhora protetora dos fracos, a guerreira que lutou pela liberdade, e até hoje nos ensina a dominar nossos sentimentos de ódio, desesperanças e tristezas, assim como ela o fez quando esses sentimentos ruins desejavam dominar a si própria.
Saravá Vovó Maria Conga!
Eu já sonhei uma vez que era para eu fazer um baralho para Maria Conga, mas como achei isto demais, comprei o baralho da Vó Cigana e ofereci a ela. O primeiro que comentar nesta postagem pode me enviar e.mail para um jogo grátis com estas cartas, no dia de hoje, fazendo três perguntas.
Vovó Maria Conga, representando minha hierarquia espiritual
Venho lhe saudar
Que a sua benção seja sempre alento para as horas de mais necessidade
Que a força de sua simplicidade seja a luz maior na estrada de nossas vidas
Que a fumaça de seu cachimbo possa afugentar os espíritos atrasados
Que a sua luz possa irradiar à cada um de nós
Boa tarde meninas e meninos!
Já conversei com os pretos velhos e coloquei um café e um doce de abobora para eles. Acendi um cachimbo que comprei para a preta velha e nunca usei.
QUEM SÃO OS PRETOS VELHOS?
Pretos velhos ou Pretos-velhos são entidades de umbanda, espíritos que se apresentam em corpo fluídico de velhos africanos que viveram nas senzalas, majoritariamente como escravos que morreram no tronco ou de velhice, e que adoram contar as histórias do tempo do cativeiro. São divindades purificadas de antigos escravos africanos. Sábios, ternos e pacientes, dão o amor, a fé e a esperança aos "seus filhos".
Sua forma idosa representa a sabedoria, o conhecimento, a fé. A sua característica de ex-escravo passa a simplicidade, a humildade, a benevolência e a crença no “poder maior”, no Divino.
O preto velho, na umbanda, está associado aos ancestrais africanos, assim como o caboclo está associado aos índios e o baiano aos imigrantes nordestinos.
São entidades que tiveram, pela sua idade avançada, o poder e o segredo de viver longamente através da sua sabedoria, apesar da rudeza do cativeiro demonstram fé para suportar as amarguras da vida, consequentemente são espíritos guias de elevada sabedoria geralmente ligados à Confraria da Estrela Azulada dentro da Doutrina Umbandista do Tríplice Caminho (AUMBANDHAM - alegria e pureza + fortaleza e atividade + sabedoria e humildade), trazendo esperança e quietude aos anseios da consulência que os procuram para amenizar suas dores, ligados a vibração de Omolu, são mandingueiros poderosos, com seu olhar prescrutador sentado em seu banquinho, fumando seu cachimbo, benzendo com seu ramo de arruda, rezando com seu terço e aspergindo sua água fluidificada, demandam contra o baixo astral e suas baforadas são para limpeza e harmonização das vibrações de seus médiuns e de consulentes. Muitas vezes se utilizam de outros benzimentos, como os utilizados pelo Pai José de Angola, que se utiliza de um preparado de "guiné" (pedaços de caule em infusão com cachaça) que coloca nas mãos dos consulentes e solicita que os mesmos passem na testa e nuca, enquanto fazem os seus pedidos mentalmente; utiliza-se também de vinho moscatel, com o que constantemente brinda com seus "filhos" em nome da vitória que está por vir.
São os mestres da sabedoria e da humildade. Através de suas várias experiências, em inúmeras vidas, entenderam que somente o amor constrói e une a todos, que a matéria nos permite existir e vivenciar fatos e sensações, mas que a mesma não existe por si só, nós é que a criamos para estas experiências, e que a realidade é o espírito. Com humildade, apesar de imensa sabedoria, nos auxiliam nesta busca, com conselhos e vibrações de amor incondicional. Também são mestres dos elementos da natureza, a qual utilizam em seus benzimentos.
São os espíritos da humildade, sabedoria e paciência.
Os Pretos Velhos são entidades cultuadas pelas religiões afro-brasileiras, em especial a Umbanda. Nos trabalhos espirituais desta religião, os médiuns incorporam entidades que possuem níveis de evolução e arquétipos próprios.
A VOVÓ MARIA CONGA SEU SETE NA SAIA TEM MIRONGA A VOVÓ MARIA CONGA PRA SALVAR FILHOS DA UMBANDA (X2) COM SEU PATUÁ E UM POVO DE AGUINÉ MARIA CONGA PRA SALVAR FILHOS DA FE! (X2)
O PRETO VELHO QUE NASCEU NO CATIVEiRO QUANDO CHEGA NO TERREIRO ELE VEM PRA TRABALHAR TOMA UMA PEMBA RISCA O PONTO E FAZ MIRONGA! SARAVÁ MARIA CONGA! SARAVÁ MEU PAI JOAN! (X2)
A VELHA CONGA, PRETA MINHA DA'GUINÉ QUEM É? A VELHA CONGA, PRETA MINHA DA GUINÉ QUANDO VEM DE ARUANDA, SARAVÁ UMBANDA SARAVÁ GONGA ELA GIRA NA TERRA, ELA GIRA NO MAR PRÁ SEUS FILHOS ABENÇOAR! (X2) QUEM É? A VELHA CONGA, PRETA MINA DA GUINÉ (X2)
MARIA CONGA, COM SUAS FOLHAS DE GUINÉ SEU GALHINHO DE ARRUDA, O SEU VENCE DEMANDAS, DEIXA O MANACÁ EM FLOR VEM LÁ DAS MATAS, TRABALHAR COM MUITO AMOR NESTA UMBANDA QUERIDA VEM PRESTAR A CARIDADE PARA A GLÓRIA DO SENHOR!
MARIA CONGA É UM ORIXÁ! MARIA CONGA É UM ORIXÁ! TEM MIRONGA, TEM MIRONGA TEM MIRONGA E PATUÁ (X2) FAZ UM AMULETO, TRAGA PRO CONGA PARA SER CRUZADO PELOS ORIXÁS DEPOIS DE TRÊS DIAS, ELA VAI BUSCAR NÃO HÁ MELHOR COISA PRA TIRAR O AZAR! (X2)
COM DENDÉ COM DENDÉ PRETO VELHO TRABALHA COM DENDÉ! (X2) AGORA E QUE EU QUERO VER MARIA CONGA TRABALHA COM DENDÉ! (X2)
Os Pretos e Pretas Velhas, na Umbanda, são entidades elevadas que se apresentam estereotipados como anciãos negros conhecedores profundos da magia Divina, da manipulação de ervas. São excelente mandingueiros, mestres dos elementos da natureza, os quais utilizam em seus benzimentos e trabalhos espirituais.
Crê-se que em referência à dor e aflição sofrida pelo povo negro durante a escravidão, a linha de preto velho reflita a humildade, a sabedoria, a paciência e a perseverança. Não necessariamente todos foram escravos. Sua sabedoria e humildade são caracteristicas marcantes e sua calma e ensinamentos são profundos. Apresentam-se na Umbanda sentados em seus banquinhos atendendo seus “fios e fias” com uma linguagem simples porém sábias. A caracteristica principal desta linha é a sua elevada orientação espiritual.
Àqueles que os procuram oferecem conselhos, orientação espiritual; receitam tratamentos caseiros, banhos de ervas, chás, entre outros, para os males do corpo e do espirito
Utilizam vários elementos nos seus trabalhos como o cachimbo, cigarros de palha (que usam como defumadores, para limpeza espiritual) e ervas.
A Linha de Pretos velhos na Umbanda é regida pelo mistério Ancião, na força do Orixá Obaluaê que é o Orixa sustentador da evolução, da transmutação e transformação dos seres. Mas os Pretos Velhos também se apresentam dentro da linha de outros Orixás.
Em sua linha de atuação eles se apresentam com nomes que individualizam sua atuação, conforme o seu Orixá regente, conforme acontecia na época da escravidão, onde os negros eram nominados de acordo com a região de onde vieram, por exemplo:
Congo - (Pai Francisco do Congo), refere-se a pretos velhos ativos na linha de Iansã;
Aruanda - (Pai Francisco de Aruanda), refere-se a pretos velhos ativos na linha de Oxalá. (Aruanda quer dizer céu);
D´Angola - (Pai Francisco D´Angola), refere-se a pretos velhos ativos na linha de Ogum;
Matas -(Pai Francisco das Matas), refere-se a pretos velhos ativos na linha de Oxóssi;
Calunga, Cemitério ou das Almas -(Pai Francisco da Calunga, Pai Francisco do Cemitério ou Pai Francisco das Almas), refere-se a pretos velhos ativos na linha de Omolu/ Obaluayê;
Os nomes mais comuns com que se apresentam são: Pai João, Pai Joaquim, Pai Benedido, Pai José De Angola, Vovó Maria, Vovó Maria D´Angola, Vovó Maria Conga, Vovó Catarina, Vovó Benedita, entre outros.
DIA DA SEMANA: Segunda-feira
LINHAS DE TRABALHO: Evolução, transmutação e transformação.