Os
boiadeiros na Umbanda são espíritos da linha de trabalho do sertão, campo e
matas, conhecidos pela força, descarrego e limpeza espiritual. Nomes comuns
incluem João Boiadeiro, Zé do Laço, Boiadeiro da Jurema, Chico Mineiro,
Boiadeiro Chapéu de Couro, Carreiro e Boiadeiro da Serra.
Atuação:
Trabalham na quebra de magias negativas, descarrego e encaminhamento de
espíritos (eguns), muitas vezes associados à força de Iansã ou Ogum.
Elementos:
Usam chicotes, laços, chapéu de couro, berrante e fumam cigarro de palha.
Saudação:
"Marrumbá chetruá, Boiadeiros!" ou "Chetruá, marrumbá
Chetruê!".
Dia de
Celebração: Frequentemente comemorados no dia 2 de julho, ou às quintas-feiras.
Eles são
considerados "homens do campo" que trazem o sangue quente do sertão e
o ensinamento da perseverança.
O Boiadeiro Zé do Laço é uma entidade espiritual cultuada na Umbanda e Candomblé, conhecida como um espírito boiadeiro firme, alegre e conselheiro. Atuando geralmente na linha de Oxóssi ou Ogum, ele é descrito como um domador de almas que "laça" energias negativas, auxiliando na evolução espiritual e abrindo caminhos.
Perfil:
Chega firme, cantando, gosta de fartura e é muito amigo de seu cavalo.
História/Lenda:
Alguns relatos orais o descrevem como um bandeirante/tropeiro que viveu na
região de São Borja (RS), laçando gado e lutando em batalhas. Outras versões o
trazem como uma entidade que evoluiu após passar por umbrais (zonas espirituais
de sofrimento), consagrando-se pelo resgate de outros espíritos.
Atuação:
Trabalha na quebra de magias negativas e no direcionamento de espíritos
errantes.
Cultura: É uma das diversas figuras da falange dos Boiadeiros, popular na Umbanda.


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